
à esquerda, os prêmios para o primeiro colocado; à direita, os prêmios do segundo
Com o Tungcast Van Halen se aproximando, chegou a hora de fazermos a segunda Promo aqui no site. Desta vez, a pergunta que não quer calar é: qual vocalista você prefere (Sammy ou Dave) e por quais motivos?
Envie sua resposta para o e-mail tungcast@gmail.com e concorra a prêmios.
O primeiro lugar recebe:
- camiseta Tungcast;
- 2 palhetas Tungcast;
- poster/caricaturas VH tamanho A3 (papel couché);
- CD A Different Kind of Truth;
- DVD Bottoms Up: OU812 Tour Live in Japan 1989 ;
- CD Ten 13, do Sammy Hagar
E o segundo lugar recebe:
- camiseta Tungcast;
- 2 palhetas Tungcast;
- poster/caricaturas VH tamanho A3 (papel couché);
- CD Best of Both Worlds (duplo)
O resultado sai em 30/05 — dia em que vai ao ar o tão aguardado Tungcast Van Halen.
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AVISO: a escolha das melhores respostas serão independentes de nossas preferências pessoais. Segundo o nosso critério, quem tiver os melhores argumentos e caprichar mais na explicação, vence.
AVISO 2: as respostas só poderão ser enviadas pelo e-mail: tungcast@gmail.com

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00:00 - Apresentação: revirando bueiros, esgotos e galerias da música, começamos com Scatman John
02:30 - Por que o ser humano tem a tendência a gostar de clichês? Letras pueris, refrões infantis, melodias simplórias… (trecho de “Ai Se Eu Te Pego”, de Michel Teló)
05:20 - Black Eyed Peas: o “bunda music” dos gringos (trecho de “My Humps“)
09:20 - Músicas e bandas ruins que são levadas a sério (trecho de “Dancing Queen”, do ABBA)
12:00 - Lady Gaga: uma mistura de lixo pop com embalagem pseudo-artística e visual excessivo (ouça trecho e veja o clipe de “Telephone”)
14:30 - Os “One Hit Wonders”, as músicas que foram moda e que hoje as pessoas têm vergonha de terem ouvido/dançado: Right Said Fred (trecho de “I’m Too Sexy”), Aqua (trecho de “Barbie Girl”), Haddaway (trecho de “What Is Love”) e Double You (trecho de “Please Don’t Go”)
24:30 - Quando a idiotice coletiva dança junto o “hit do verão”, isso ameniza a idiotice individual? E se você se recusar a dançar junto com a galera, sofrerá “bullying musical”?
28:30 - O desespero de ter que aguentar “Whisky a Gogo”, do Roupa Nova, ou “YMCA” em festas de casamento. A alegria embalada para consumo: há uma confusão entre o conceito de “diversão” e da falta do ridículo?
31:40 - Quem aguenta as “divas” da música e suas masturbações vocais? (trecho de “I Will Always Love You”, da finada Whitney Houston)
35:30 - Sim, nós somos chatos, mas será que as pessoas não exageram com seus falsos conceitos de “felicidade”?
37:20 - Encerramento com “My Heart Will Go On”, na voz de Celine Dion, a girafa do pop
Não deixe de ler
Os piores músicos da década 2000-2009, por Rafael Fernandes

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00:00 - Apresentação: “Perfect Strangers”
01:30 - A reunião da formação clássica, depois de anos de negociações frustradas e a história do falso Deep Purple em 1980.
11:00 - A turnê de Perfect Strangers é muito bem sucedida (ouça trechos de “Knocking At Your Backdoor” e “Gypsy Kiss”) e os problemas recomeçam na gravação do disco seguinte, House Of the Blue Light.
16:00 - As histórias bizarras do Blackmore: sozinho no palco, o “spaguetti incident” e as “fotos sensuais” de sua sogra (ouça “Bad Attitude”)
21:00 - Os 20 anos da banda comemorados no disco ao vivo Nobody’s Perfect e mais brigas, que culminaram com a saída de Ian Gillan.
23:00 - A entrada do poser Joe Lynn Turner nos vocais e a gravação do xaroposo Slaves And Masters, marcando a fase “farofa” da banda (ouça trecho e veja o clipe de “Love Conquers All”).
29:00 - Mesmo assim, essa turnê trouxe a banda pela primeira vez ao Brasil, em 1991 (ouça “The Cut Runs Deep”)
36:00 - A volta da banda em formação clássica, por imposição da gravadora, para “comemorar” seus 25 anos. Resultado: o desastre no registro ao vivo Come Hell Or High Water e saída de Blackmore.
46:00 - Joe Satriani cumpre agenda de shows e Steve Morse chega à banda. Sai Purpendicular em 1996 e Abandon em 1998 (ouça “Bludsucker” e “Watching the Sky”)
56:00 - Em 1999, Jon Lord resgata o concerto perdido do Deep Purple em 1969. Em 2002 ele vira o “padrinho” da banda e dá o seu lugar a Don Airey.
1:02:00 - Sai em 2003 o disco Bananas, que é talvez o disco mais bem sucedido comercialmente desde a chagada de Steve Morse (ouça “House of Pain”)
1:05:00 - Em 2005 sai o último disco, Rapture of the Deep, onde a banda fica mais acomodada e se perde em turnês intermináveis (trecho de “Wrong Man”)
1:11:00 - O post engraçadíssimo do Diário de Barrelas satirizando as constantes vindas do Deep Purple ao Brasil e o post polêmico do Collector’s Room, sugerindo que está na hora de a banda encerrar suas atividades. Qual é a sua opinião?
1:21:30 - Encerramento: “A Touch Away”

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00:00 - Apresentação: “Wring That Neck”. Convidado especial: o jornalista Marcelo Soares, que mantém o blog Purpendicular, completando 10 anos na blogosfera.
01:00 - A gênese do Deep Purple: Roundabout, Screaming Lord Sutch e as infinitas excursões pela Escandinávia.
08:30 - Mk.1: a busca pela marca própria, a influência dos Beatles, os cabelos Darth Vader, os terninhos Sgt. Pepper e os micos em programas de auditório.
13:00 - As saídas de Nick Simper e Rod Evans em 1969 (ouça trecho de “Shield”)
16:00 - Curiosidades: “Child in Time” foi plagiada de uma música da banda It’s a Beatifull Day, chamada “Bombay Calling” (ouça trecho) . “Black Night” pode ter sido feita a partir do arranjo criado por Ricky Nelson no clássico “Summertime”, de George Gershwin, ou da música “(We Ain’t Got) Nothin’ Yet” do Blues Magoos (ouça trecho desta última).
23:00 - Mk.2: a explosão com Deep Purple In Rock. A influência de “Whole Lotta Love” em Ritchie Blackmore e a entrada de Ian Gillan e Roger Glover foram cruciais para a banda (trechos de “Speed King” e “Hard Lovin Man”)
27:00 - O disco seguinte, Fireball, é mais experimental e gera as primeiras tensões dentro da banda (trecho de “Fools”)
30:00 - Os 40 anos do antológico Machine Head: o suposto plágio de “Smoke On The Water”, que tem semelhança com o arranjo de Tom Jobim para a música “Maria Moita”, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes (ouça trecho e compare); a gravação onde Frank Zappa vê o famoso incêndio e o documentário sobre o disco (trecho de “Highway Star”)
39:00 - As tumultuadas gravações de Who Do We Think We Are, as exaustivas turnês, a interferências das “patroas” dentro da banda, os problemas com os impostos no Reino Unido e o resultado de tudo isso: as saídas de Ian Gillan e Roger Glover (trecho de “Speed King” ao vivo, Made in Japan)
50:30 - Mk.3: Glenn Hughes e o novato David Coverdale entram na banda e gravam o clássico Burn, que finca o pé no blues. Em mais um plágio, Blackmore baseia o riff da faixa-título em “Fascinating Rhythm”, de George Gershwin (ouça trecho)
56:00 - Em Stormbringer, Glenn Hughes coloca as mangas de fora e impõe seu estilo funky, o que causou o aborrecimento — e posteriormente a saída — de Blackmore (trechos de “Hold On”, “Lady Double Dealer” e “Love Don’t Mean a Thing”)
1:03:00 - Mk.4: com a entrada de Tommy Bolin, a banda lança Come Taste the Band. Na turnê, o caos se instala: as drogas tomam conta, a troca de casais, as strippers… Os últimos shows são desastrosos e a banda acaba de forma melancólica. Pouco depois, no dia 04/12/1976, Bolin morre de overdose. Toda a conturbada história dessa formação é contada no documentário Phoenix Rising.
1:19:00 - Encerramento: “Love Child”
Ouça em formato áudio:
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Nesta primeira experiência em formato videocast, um brinde aos fetichistas de plantão, com os LPs (ou discos de vinil, ou “bolachões — como quiserem) que fizeram a cabeça de nossos tungcasters.
Em suas andanças pelos sebos de São Paulo, Diogo Salles mostra alguns vinis que encontrou. Entre eles, Rush, Van Halen e Yes (suas obsessões), além de Hendrix, Led Zeppelin, Pink Floyd, Deep Purple, Mahavishnu Orchestra, e muito mais.
Já Rafael Fernandes mostra seus vinis ao estilo “memória afetiva“. Entre curiosidades e histórias escondidas por trás de cada capa, ele mostra o seu LP autografado pelo Joe Satriani, a edição especial do Chinese Democracy, seus vinis do Steve Vai, Faiska, entre outros.
Para ler:
As diferenças audíveis entre o vinil, o CD e o mp3
Conceitos musicais: blues, fusion, jazz, soul, R&B
6 pedras preciosas do rock
Diogo Salles: “o dia em que conheci Jimi Hendrix“

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00:00 - Apresentação: Filipe Campoi retorna ao Tungcast, ao som de “We Die Young”
01:30 - Afinal, o Alice In Chains é ou não é uma banda grunge? Jerry Cantrell a considera mais metal. Todas as bandas consideradas grunge seguiram um caminho diferente, apesar de integrarem o mesma cena de Seattle.
08:00 - Puxado pelo selo mainstream, o selo Subpop abrigou todas as bandas de Seattle. O documentário Hype mostra como o underground virou mainstream.
11:00 - O disco Dirt é o onde o AIC deixou a sua marca, se distanciando um pouco do metálico Facelift. É durante a turnê de Dirt que o baixista Mike Strarr sai da banda para a entrada de Mike Inez, que tocava com Ozzy (ouça trecho de “Rooster”)
16:20 - Depois da turnê, a banda se tranca em estúdio para gravar o EP Jar of Flies, que mostra uma outra face da banda, com atmosfera acústica (trecho de “Rotten Apple”)
23:30 - Após Layne Staley gravar um disco com o Mad Season, veio o autointitulado Alice In Chains, onde o isolamento e o vício do vocalista eram visíveis.
28:00 - O Acústico MTV em 1996 foi uma espécie de despedida de Layne Staley do público, para depois definhar até a morte em 2002.
33:00 - A banda é do Jerry Cantrell? A parceria com Layne foi crucial para o Alice In Chains encontrar sua personalidade, mas Jerry sempre foi o dono da banda.
38:00 - Sobre o show no SWU em 2011: a crítica ficou dividida, especialmente em relação ao novo vocalista William DuVall, mas ele provou que canta bem e se encaixou perfeitamente na banda (trecho de “A Little Bitter”, trilha do filme Last Action Hero)
47:30 - A morte recente do baixista Mike Starr, que pouco antes tinha participado do reality show “Celebrity Rehab“, mostra como a depressão e a culpa pela morte do Layne o assombrava.
50:30 - Sobre o álbum Black Gives Way To Blue: forte, pesado e bem trabalhado, que não fica nada a dever para os discos feitos anteriormente.
52:30 - Encerramento: “A Looking In View”
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00:00 - Apresentação: As músicas que marcaram o ano de 2011 e seus respectivos álbuns
“Last Temptation” - banda: Chickenfoot - álbum: Chickenfoot III
(leia entrevista com Joe Satriani no Caderno 2)
“New Eden” - banda: Animals as Leaders - álbum: Weightless
“The Hunter” - banda: Mastodon - álbum: The Hunter
“Reaching Home” - banda: Textures - álbum: Dualism
“Superlove” - artista: Lenny Kravitz - álbum: Black and White America
“You Haven’t Done Nothing” - banda: Eleven - álbum: This Little Finger
“Don’t Play a Game that I Can’t Win” - banda: Beastie Boys - álbum: Hot Sauce Comittee Part Two
“The Deeper Cut” - banda: Pain of Salvation - álbum: Road Salt Two
“Bloom” - banda: Radiohead - álbum: King of Limbs
Ouça também
Radio Tungcast 2009
Radio Tungcast 2010 (ao vivo)

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00:00 - Introdução: “Look Around”, nova do Red Hot Chili Peppers.
02:00 - Existe música boa, mas é preciso garimpar para achá-la. O mercado está muito óbvio e engessado? Falta inovação? Haverá uma reação a isso?
05:00 - O Rock in Rio representa o evento de massa, focado no entretenimento e esbarrou, mais uma vez, na precariedade da infraestrutura (ouça o Tungcast sobre o assunto).
08:00 - Os velhos problemas de cast no Rock in Rio, com Lenny Kravitz na mesma noite da Ivete Sangalo e o “viral” ao contrário do vídeo “Vou sem drogas”.
10:00 - Pelo fim de atrações como Claudia Leitte, Ivete Sangalo, axéxelentos e sertanojos universiotários em festivais de rock. Chega de ser politicamente correto.
11:30 - Já o SWU perdeu um pouco a identidade. Qual a conexão entre a bandeira verde e o Black Eyed Peas? Lynyrd Skynyrd foi uma boa sacada e Alice in Chains foi destaque (em breve teremos o Tungcast AIC).
13:40 - Duran Duran fez um show competente e é deles o melhor clipe do ano, mas foi o Faith no More, que já tinha passado por aqui em 2009, quem acabou com a letargia.
15:30 - O conceito verde é pra valer ou fica só pra inglês ver? A infraestrutura de Paulínia era boa e melhorou muito em relação a 2010 e até outros festivais.
19:30 - Outro grande problema dos festivais é a vergonhosa cobertura televisiva, que privilegia só o oba-oba e as entrevistas com “celebridades” no camarote “vip”. O Sonic Youth faria o último show de sua carreira e ninguém foi lá questioná-los sobre isso.
23:00 - Outros shows: Slash, Mr Big, U2, Aerosmith, Ozzy, Iron Maiden, Eric Clapton, Pearl Jam e Deep Purple (breve, aqui no Tungcast!).
25:30 - A morte da Amy Winehouse e a cobertura preguiçosa da imprensa, que a colocou no “clube dos 27″ e deu o trabalho por encerrado.
27:30 - A morte de Steve Jobs, que soube atrelar 2 conceitos que mudaram a indústria da música: o iPod e o iTunes.
30:00 - A revolta dos “chorões da música” (vejam o Tungcast chorões).
32:30 - O fim do White Stripes (o Teletubbies do rock) foi um alento para os fãs de música e o disco do Metallica com Lou Reed foi a vergonha alheia do ano.
35:00 - O fim do REM, a chegada do Superheavy, a volta do Strokes (que supostamente “salvou” o rock) e o novo (e fraco) disco do Radiohead.
40:00 - Encerramento: “Dark Matter”, do novo disco da Björk, Biophilia.

O Tungcast se consolidou como o espaço dos geeks musicais na internet. Então, na primeira Promoção Tungcast, o mote não poderia ser outro:
Conte para nós um fato que prove que você é um geek musical. Ou seja, uma história que mostre sua ligação profunda com a música. Pode ser como se descobriu fã de música, como conheceu uma banda, um dia que encontrou seu ídolo, quando comprou um disco raro, etc. Vale qualquer coisa que mostre que você é louco por música!
Envie seu “causo” para o e-mail tungcast@gmail.com e concorra.
Cada “causo” será analisando pela nossa comissão de geeks notáveis e o “causo” mais convincente ganhará o kit especial contendo:
- 1 camiseta Tungcast;
- 2 palhetas Tungcast;
- 1 CD The Ronnie James Dio Story (duplo);
- 1 DVD Rush 2112/Moving Pictures Classic Albuns.
Estamos recebendo e-mails até o dia 19/12/2011. O resultado sai no dia 20/12/2011 e será anunciado aqui nesse post, e também em nosso Twitter (sigão!) e Facebook (curtão!).
IMPORTANTE: para poder participar da promoção, é imprescindível que se saiba o que é ser um geek musical. Para entender melhor essa definição, é recomendável ouvir o Tungcast geeks musicais. Aproveite e ouça também os Tungcasts Ronnie James Dio e Rush (parte 1 e parte 2).
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ATUALIZAÇÃO
E a grande vencedora da promoção Tungcast é a blogueira pernambucana Minea Nunes, que se embrenhou numa grande aventura para viajar até São Paulo em 2008 só para poder ver o show da banda Sonata Arctica. Uma aventura épica, com direito a autógrafos da banda, visitas à Galeria do Rock, ao Blackmore Bar e um gran finale com o show do Iron Maiden no Palestra Itália.
Parabéns, Minea! Você sensibilizou a nossa comissão de notáveis e se provou uma verdadeira geek musical!
Muito obrigado a todos que participaram e até a próxima!
Equipe Tungcast
ATUALIZAÇÃO 2
Vejam Minea exibindo orgulhosa os seus prêmios pelo Twitter!

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00:00 - Apresentação: Baptistão descobriu que tinha talento para desenhar retratos e acabou se tornando um caricaturista premiado.
04:30 - O quadrinhos são referência universal para quem trabalha profissionalmente com desenho. E na faculdade, a publicidade acaba sendo um dos refúgios de aspirantes a ilustradores.
08:30 - A primeira publicação foi na Folha, em 1985. Depois de várias publicações em veículos variados, ele chega ao Estadão em 1991, onde conheceu Carlinhos Muller e foi influenciado por nomes como Rocha, Benício, Chico e Paulo Caruso, Norman Rockwell.
14:30 - Por que a caricatura ainda é vista como um desenhinho engraçado ou uma exaltação dos defeitos da pessoa? A dificuldade dos leigos em entender essa arte, que ainda é marginalizada.
17:00 - Como um caricaturista premiado como Baptistão ainda recebe ofertas para trabalhar de graça? A ignorância das pessoas, que não veem isso como um trabalho.
20:00 - Caricatura e charge são duas artes qua não são levadas muito a sério, a ponto de jornalistas não saberem distinguir uma coisa da outra.
22:30 - Os métodos de criação do Baptistão: o estudo profundo de fotos do personagem a ser retratado e as técnicas tanto do Photoshop e do lápis de cor.
29:00 - A dúvida eterna do artista: ser um especialista numa área específica ou ser versátil? Baptistão ficou com a primeira opção, mas Dálcio Machado, Marcos Muller e Farrell optaram pela segunda.
32:30 - O traço como assinatura, algo facilmente reconhecido pelo público, como o caso do mestre Loredano.
35:30 - É muito difícil o artista ter algum retorno do personagem caricaturado. Arrependimento? Só um: a caricatura do Rubinho com uma tartaruga.
40:00 - A caricatura e charge não precisam necessariamente trazer uma piada.
41:30 - A internet não apenas aproximou os artistas dos leitores, mas resultou numa superpopulação de novos artistas sem autocrítica.
46:00 - Criticando o trabalho alheio é sempre um terreno perigoso. A saída é ser educado e construtivo na crítica e apontar falhas técnicas no trabalho.
50:00 - Encerramento: Baptistão pega o violão e dá a sua canja com uma música de Paulinho da Viola, chamada “Vela do Breu”.