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Abertura: “Over My Shoulder”, de Mike & The Mechanics (1995)
ANOS 90
Dee Lite - “Groove Is In the Heart” (1991): Música/clipes-símbolo da chegada da MTV no Brasil. Único grande hit da banda, que definhou e acabou em 1996.
Counting Crows - “Mr Jones” (1993): É daquelas “college songs” de uma temporada. Banda forte nos EUA, teve um sucesso recente, “Accidentally in Love”, trilha do Shrek.
The Presidents Of USA - “Peaches” (1995): Mais uma banda do mid-90s que fica entre o pop e o alternativo, entre a seriedade e a piada, mas sumiu, apesar de manter carreira até hoje.
The Cardigans - “Lovefool (Say That You Love Me)” (1996): Banda sueca, é a cara do cenário “mid-90s”, meio deprê, meio pop, meio alternativo. Música do tipo fofinha e inofensiva.
New Radicals - “You Get What You Give” (1998): Hit-asco, com mensagem de auto-ajuda e clipe escroto, com o vocalista (um Moby genérico) cantando para adolescentes num shopping.
BRASIL
Baba Cósmica - “Sábado de Sol” (1995): Música ridícula, de moleques de colégio, que pegou o vácuo dos Mamonas Assassinas. O baterista era Rafael Ramos, hoje produtor da Deckdisc.
Os Virgulóides - “Bagulho no Bumba” (1997): Veio no embalo dos Raimundos, de misturar música brasileira, com rock, com humor. Apareceu tão rápida quanto sumiu e voltou em 2012.
Los Hermanos - “Anna Julia” (1999): Depois do estouro de “Anna Julia”, o Los Hermanos melhorou musicalmente e virou uma banda underground, se mantendo por sua base de fãs.

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Abertura: “The Way It Is”, de Bruce Hornsby & The Range (1986)
ANOS 70
Focus - “Hocus Pocus” (1971): Banda holandesa que tocou de 1969 até 78 e tentou voltar várias vezes, mas sempre sucumbindo diante da falta de interesse geral.
War - “Low Rider” (1975): Banda funk californiana, que está na estrada até hoje e teve Eric Burdon em sua formação. É deles também a música “Why Can’t We Be Friends?”.
The Knack - “My Sharona” (1979): Fundado em 1977, acabou em 82, depois dos fracassos em tentar reviver “My Sharona” (música que inspirou Michael Jackson a compor “Beat It”).
ANOS 80
J Geils Band - “Centerfold” (1980): Banda de blues-rock formada nos anos 60 que foi caminhando na direção do pop, que gerou o sucesso e as brigas até o fim em 1986.
Tommy Tutone - “867-5309/Jenny” (1981): A banda lançou 5 discos até hoje (sendo o último em 1998). O líder Tommy Heath concilia isso com seu trabalho de analista de TI.
Mr Mister - “Broken Wings” (1985): Banda pop de Richard Page, que explodiu com o disco Welcome to the Real World e aos poucos sumiu. Hoje Page participa da All Star Band do Ringo.
The Outfield - “Your Love” (1985): Trio inglês explodiu com este primeiro disco Play Deep e sumiu, mas ainda está na ativa até hoje, naquelas reuniões saudosistas decadentes.
NO CINEMA
Survivor - “Eye of the Tiger” (1982): Trilha de Rocky III. Um tipo de banda genérica, que já mudou de formação 1 zilhão de vezes, mas nunca de estilo e hoje vive através de Jimi Jamison.
Glenn Frey - “The Heat is On” (1984): Trilha do filme Um Tira da Pesada. Frey tocou com o Eagles nos anos 70 e nos 80 virou artista pop fazendo soundtracks e jingles publicitários.
Encerramento: “Burning Heart”, Survivor (1985)

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00:00 - Apresentação: como os artistas ficam superestimados? Tudo começa pela mídia e reflete nos fãs.
02:00 - Legião Urbana: o momento político que o Brasil atravessava nos anos 80 e a aura messiânica de Renato Russo o tornou o porta-voz de uma geração (ouça trecho de “O Teatro dos Vampiros”)
06:50 - The Doors nos anos 60 e Nirvana nos anos 90: boas bandas que ficaram na sombra de seus vocalistas endeusados, principalmente depois que morreram (ouça trecho de “Peace Frog”)
14:30 - Radiohead e a histeria geral: da mídia, dos fãs e do próprio Thom Yorke. Leia resenha de The King of Limbs e ouça trecho de “Bodysnatchers”
19:00 - Os indies e seus formadores de opinião adoram hypar suas bandas prediletas como “insuportavelmente perfeitos” e adoram patrulhar vozes dissonantes.
21:30 - Os consensos do hype: Jack White é “guitar hero”, Lou Reed é tão importante quanto Lennon, Julian Casablancas é “poeta” e Marcelo Camelo virou Chico Buarque (ouça “Cara Estranho”, do Los Hermanos)
28:20 - Coldplay é uma banda mediana, não trouxe nenhuma inovação e não justifica esse alvoroço todo.
30:20 - Black Eyed Peas representa tudo o que há de mais tosco, superestimado e pretensamente sério na música (ouça “Boom Boom Pow”)
33:20 - Artistas que se auto-superestimam: Caetano Veloso não sabe se é músico, celebridade, agitador cultural ou colunista de jornal e Roberto Carlos é o artista superestimado por inércia (ouça “Como Vai Você”)
36:20 - Chico Buarque tem uma atitude digna ao ignorar o endeusamento da mídia que, por sua vez, não tem independência e senso crítico para analisá-lo.
38:30 - O salvacionismo do rock e as falsas previsões dos novos salvadores: por que precisamos sempre de uma nova banda para “salvar” o rock?
42:00 - O fã não precisa ser um crítico, mas tem de saber discernir coisas boas e ruins de suas bandas preferidas.
42:50 - Encerramento: “Rape Me” - Nirvana
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Neste segundo volume do especial com o músico e jornalista Felipe Machado, o assunto agora é a To Live Again Tour, que reuniu a formação original do Viper em 2012 - além de especular sobre planos futuros da banda e fazer algumas comparações entre o mercado da música nos final dos anos 80 e o atual.
Créditos
Direção e edição de vídeo: Fernando Sciarra
Apoio: Garage Estúdio
Imagens Viper: Anderson Bellini, Wikimetal e Dogs Can Fly (© - direitos reservados)
Agradecimento especial: Felipe Machado, Nando Machado e Wikimetal
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Em mais um videocast, Diogo Salles e Rafael Fernandes agora trazem um convidado especial: o músico e jornalista Felipe Machado, que esteve conosco no estúdio para uma entrevista que vai ao ar em dois episódios.
Neste primeiro, ele fala da trajetória do Viper, desde os primórdios, em meados dos anos 1980, até o fim nos anos 90. Uma ótima conversa sobre a construção de uma banda, os problemas pelo caminho (como a saída do vocalista), a evolução do som e os motivos que levaram a banda a acabar - além de boas observações sobre o mercado da música e da transição do rock para o jornalismo.
Discos comentados: The Killera Sword (EP - 1985); Soldiers of Sunrise (1987); Theatre of Fate (1989); Evolution (1992); Maniacs in Japan (Ao vivo - 1993); Coma Rage (1994) e Tem Pra Todo Mundo (1996)
Créditos
Direção e edição de vídeo: Fernando Sciarra
Apoio: Garage Estúdio

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00:00 - Apresentação: as músicas que marcaram o ano de 2012 e seus respectivos álbuns
“Mr. Wilson” - artista: Oli Brown - álbum: Here I Am
“Beautiful” - banda: Aerosmith - álbum: Music From Another Dimension
“Panic Station” - banda: Muse - álbum: The 2nd Law
“Blood On The Valley Floor” - banda: Soundgarden - álbum: King Animal
“Trinkets Pale of Moon” - banda: The Mars Volta - álbum: Noctourniquet
“Blue Ocean” - banda: Flying Colors - álbum: Flying Colors
“Seven Ways To Sunday” - banda: TRAM - álbum: Lingua Franca
“Dislocated Boy” - artista: Joe Bonamassa - álbum: Driving Towards The Daylight
“Otro” - banda: Macaco Bong - álbum: This is Rolê
Ouça também
Rádio Tungcast 2009
Rádio Tungcast 2010 (ao vivo)
Rádio Tungcast 2011

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00:00 - Apresentação: “As Is”, do Van Halen
01:30 - As baixas na música em 2012: Adam Yauch (Beastie Boys), Robin Gibb (Bee Gees), Greg Ham (Men At Work), Donna Summer, Etta James, Whitney Houston (mais no Tungcast#053: As piores músicas de todos os tempos) e Jon Lord (ouça o Tungcast Deep Purple)
04:00 - A dieta maluca de Eddie Van Halen, que trocou todos os alimentos por suco de limão com pimenta malagueta. Resultado: inflamação e “explosão” intestinal.
06:00 - Comemorações no rock: os 50 anos dos Stones, os 25 do Cabeça Dinossauro, dos Titãs, a volta do Viper e os 30 anos do primeiro disco do Barão. Afinal, essas comemorações são válidas? (ouça trecho de “Política Voz”)
11:40 - Rush de volta aos discos conceituais em Clockwork Angels e perdendo a vergonha de se revisitar na sonoridade. Ficou em segundo na lista de melhores discos do ano da Ultimate Classic Rock, atrás apenas do Van Halen, que surpreendeu a todos com a volta de David Lee Roth (ouça “Clockwork Angels”)
18:20 - Shows no Brasil: o cancelamento do SWU, que teria perdido dois headliners - sendo um deles o Pearl Jam, que fechou com o Lollapaloosa. A briga de Perry Farrell e Lobão no Twitter: afinal, os artistas nacionais devem aceitar tocar das 10h às 15h? (ouça “A Queda”, do Lobão)
31:00 - A polêmica do ano: o fracasso do intrépido Metal Open Air, no Maranhão. A Lamparina Produções usou do “jeitinho brasileiro” e da falta de profissionalismo, não pagando fornecedores e não oferecendo a mínima infraestrutura nem ao público, nem aos músicos. Por que o Brasil insiste em investir na precariedade? Fica aí o recado aos artistas chorões do metal (ouça “Symphony of Destruction”, do Megadeth)
44:00 - O provável último disco do Black Country Communion e a briga entre Joe Bonamassa e Glenn Hughes via Twitter. Afinal, as redes sociais nos infantilizam, incitando briguinhas desnecessárias? (ouça “Common Man” e “The Giver” e leia a entrevista de Hughes à Classic Rock Revisited)
51:20 - O fenômeno Psy e seu “Gangnam Style”. Por que nos incomodamos tanto com Michel Teló e o Psy foi tão divertido, sendo que os dois seriam a mesma merda? Psy se beneficiou do fator “novidade” e do uso do humor.
57:00 - A indução do Guns no Hall of Fame, a entrevista que o Rafael fez com Slash para o Estadão e a volta de Axl Rose, ainda que timidamente, à mídia (ouça “Apocalyptic Love”)
1:04:00 - O grande lançamento do ano: Geek Musical, o blog do Tungcast, para todos os tipos de leitores geeks.
1:06:30 - Agradecimento especial (e nominal) aos nossos ouvintes e parceiros
1:08:30 - Encerramento: “Trampled Under Foot”, ao vivo - porque a escassez do Led Zeppelin acabou

A promoção de final de ano no Tungcast contempla os fãs de AC/DC — ou seja, todos os fãs de rock. Desta vez, para participar, basta responder à pergunta:
Entre os dois maiores clássicos do AC/DC (Back In Black e Highway To Hell) qual te marcou mais e por que?
Envie sua resposta para o e-mail tungcast@gmail.com e concorra a um prêmio composto de:
- camiseta Tungcast;
- 2 palhetas Tungcast;
- poster/caricatura Angus Young AC/DC tamanho A3;
- vinil Back In Black
- CD digipack Highway To Hell.
O resultado sai na sexta-feira, dia 14/12.
Acompanhe nossas promos e podcasts pelo Twitter e pelo Facebook
AVISO: a escolha das melhores respostas serão independentes de nossas preferências pessoais. Segundo o nosso critério, quem tiver os melhores argumentos e caprichar no “geekismo”, vence.
Ouça o Tungcast AC/DC
Atualização
E o grande vencedor de nossa promoção, depois de uma acirradíssima disputa, é Rodrigo Assis da Silva, que além de ter demonstrado um grande conhecimento da banda, fez uma tattoo do Angus e ainda teve de enfrentar crentes e sua própria mãe na empreitada. Mas não podemos deixar de fazer menções honrosas a Simon Holanda, Gustavo Sampaio e Thiago Martins, que se mostraram concorrentes fortíssimos.
Parabéns ao Rodrigo e obrigado pela participação de todos! Rock and roll ain’t noise pollution!

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00:00 - Apresentação: “Giant Balls of Gold” (ao vivo do disco Alive In An Ultra World)
01:40 - Seis anos depois do The Ultra Zone, saiu o Real Illusions: Reflections em 2005, que foi um dos escolhidos de Rafael Fernandes no especial “discos subestimados”. Para maiores infos sobre esse disco, clique aqui.
03:00 - Ainda em 2005 ele saiu em turnê com o G3 ao lado de Satriani e John Petrucci. Em 2007 ele lançou Sound Theories em dois volumes, com uma orquestra acompanhando-o. E em 2009 saiu Where The Wild Things Are, com dois violinistas criando duelos musicais (ouça trecho de “Now We Run”)
08:00 - E agora em 2012 saiu The Story of Light que, como explica o encarte, é a segunda parte da trilogia Real Illusions, contando a história de Captain Drake Mason e mostrando uma jornada de auto-conhecimento.
11:00 - Musicalmente, The Story of Light é um apanhado de tudo o que o Vai fez em sua carreira, com fortes influências desde o início com Frank Zappa, principalmente em músicas como “The Book of Seven Seals”; “John The Revelator” é pesada e quase uma volta à sonoridade do disco Sex And Religion da banda Vai (ouça trechos).
14:30 - Grandes músicas do disco: “Gravity Storm” é o peso e os bends (sem alavancas), “Velorum”, com suas camadas de guitarras (ouça trechos)
19:00 - A história suicida por trás de “The Moon And I”, que remete às memórias sombrias do ano de 1980.
25:00 - Segundo Rafael, o disco faz muito mais sentido quando se mergulha no mundo cinematográfico do Vai, meio Dr. Parnassus
27:30 - Steve Vai mostra toda sua maturidade e sutileza em “Mullach A’tSi” e a expressão agonizante da guitarra em “Weeping China Doll” (ouça trechos)
32:00 - Steve Vai é um produto do que viveu, desde quando ele se inseriu no meio hard/metal nos anos 80 para depois deixar de ser um “velocista” e encontrar o seu lado artístico e seu modo de se expressar na guitarra. Hoje ele sabe dosar muito melhor o virtuosismo com a musicalidade.
36:30 - Rafael Fernandes: “o Vai é o único guitarrista que conseguiu levar 3 legados adiante: o do Jimi Hendrix na expressão da guitarra no limite, o das invenções técnicas do Eddie Van Halen e o das maluquices e extremismos do Frank Zappa.”
40:00 - Encerramento: “Answers”, ao vivo com orquestra
Ouça também:
Tungcast#061: Steve Vai (vol.1)

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00:00 - Apresentação: “See Ya Next Year”
01:40 - O começo da carreira, transcrevendo músicas para o Frank Zappa e depois gravando em estúdio com ele.
03:20 - O primeiro disco solo, FlexAble, de 1984. Um Steve Vai ainda cru (ouça trecho de “Viv Woman”)
05:30 - Em 1985 veio o convite para entrar no lugar de Yngwie Malmsteen na banda Alcatrazz, do vocalista Graham Bonnett (ex-Rainbow). O disco Disturbing The Peace acabou servindo de “vestibular” para o que viria depois (ouça “Desert Diamond”)
10:00 - Um encontro com David Lee Roth (recém-saído do Van Halen), a formação de uma banda estelar e o lançamento do antológico Eat ‘Em And Smile em 1986. Depois de uma massiva turnê, vem o disco Skyscaper (1988), com uma abordagem mais pop e Vai recebe o convite para entrar no Whitesnake (trecho de “Yankee Rose”)
15:40 - Já no Whitesnake, ele grava todas as guitarras do disco Slip of the Tongue, lançado em 1989, e sai em sua última turnê como “side-man”.
18:00 - De saída do Whitesnake, ele grava a sua obra-prima Passion And Warfare em 1990 e se lança de vez em carreira solo.
20:00 - Três anos depois, ele monta a banda Vai e lança o disco Sex & Religion, com Devin Townsend nos vocais, um trabalho mais industrial e um som mais “sujo”, onde ele ora soa como banda, ora como artista solo (trecho de “Still My Bleeding Heart”)
31:45 - Concentrado na carreira solo de novo, no meio da gravação de um disco conceitual, ele grava um disco “de guitarras” em 1995, mais direto, chamado Alien Love Secrets (trechos de “Bad Horsie” e “Die To Live”)
37:50 - Agora sim, sai em 1996 o disco Fire Garden, um trabalho conceitual e a afirmação do Vai como artista, mas com alguns poréns, como a divisão do disco em 2 partes — uma instrumental, outra com vocal (ouça “The Cryin’ Machine”)
43:00 - Três anos depois, vem The Ultra Zone, onde Vai fez alguns experimentos com samplers, mas de novo, com alguns excessos e músicas cantadas (ouça trecho de “The Blood & Tears”)
50:00 - Entre 1999 e 2005, Vai lançou oficialmente coletâneas, caixas comemorativas e Elusive Light And Sound (vol.1), um apanhado de músicas que ele trabalhou para o cinema. Mas lançamento mais importante desse período foi o ao vivo gravado em soundchecks, chamado Alive in an Ultra World, de 2001.
57:00 - Encerramento: “Reaping”, ao vivo do disco G3: Rockin’ In The Free World.
Links relacionados
Entrevista de Steve Vai para a Examiner - parte 1 e parte 2
Tungcast #062: Steve Vai (vol.2) - The Story of Light
Tungcast #018: Joe Satriani