Tungcast#048: Rádio Tungcast 2011

radio2011

 

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00:00 - Apresentação: As músicas que marcaram o ano de 2011 e seus respectivos álbuns

Last Temptation” - banda: Chickenfoot -  álbum: Chickenfoot III
(leia entrevista com Joe Satriani no Caderno 2)

New Eden” - banda: Animals as Leaders -  álbum: Weightless

The Hunter” - banda: Mastodon -  álbum: The Hunter

Reaching Home” - banda: Textures -  álbum: Dualism

Superlove” - artista: Lenny Kravitz -  álbum: Black and White America

You Haven’t Done Nothing” - banda: Eleven -  álbum: This Little Finger

Don’t Play a Game that I Can’t Win” - banda: Beastie Boys -  álbum: Hot Sauce Comittee Part Two

The Deeper Cut” - banda: Pain of Salvation - álbum: Road Salt Two

Bloom” - banda: Radiohead -  álbum: King of Limbs

Ouça também
Radio Tungcast 2009
Radio Tungcast 2010 (ao vivo)

Tungcast#047: Retrospectiva 2011

musica2011

 

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00:00 - Introdução: “Look Around”, nova do Red Hot Chili Peppers.
02:00 - Existe música boa, mas é preciso garimpar para achá-la. O mercado está muito óbvio e engessado? Falta inovação? Haverá uma reação a isso?
05:00 - O Rock in Rio representa o evento de massa, focado no entretenimento e esbarrou, mais uma vez, na precariedade da infraestrutura (ouça o Tungcast sobre o assunto).
08:00 - Os velhos problemas de cast no Rock in Rio, com Lenny Kravitz na mesma noite da Ivete Sangalo e o “viral” ao contrário do vídeo “Vou sem drogas”.
10:00 - Pelo fim de atrações como Claudia Leitte, Ivete Sangalo, axéxelentos e sertanojos universiotários em festivais de rock. Chega de ser politicamente correto.
11:30 - Já o SWU perdeu um pouco a identidade. Qual a conexão entre a bandeira verde e o Black Eyed Peas? Lynyrd Skynyrd foi uma boa sacada e Alice in Chains foi destaque (em breve teremos o Tungcast AIC).
13:40 - Duran Duran fez um show competente e é deles o melhor clipe do ano, mas foi o Faith no More, que já tinha passado por aqui em 2009, quem acabou com a letargia.
15:30 - O conceito verde é pra valer ou fica só pra inglês ver? A infraestrutura de Paulínia era boa e melhorou muito em relação a 2010 e até outros festivais.
19:30 - Outro grande problema dos festivais é a vergonhosa cobertura televisiva, que privilegia só o oba-oba e as entrevistas com “celebridades” no camarote “vip”. O Sonic Youth faria o último show de sua carreira e ninguém foi lá questioná-los sobre isso.
23:00 - Outros shows: Slash, Mr Big, U2, Aerosmith, Ozzy, Iron Maiden, Eric Clapton, Pearl Jam e Deep Purple (breve, aqui no Tungcast!).
25:30 - A morte da Amy Winehouse e a cobertura preguiçosa da imprensa, que a colocou no “clube dos 27″ e deu o trabalho por encerrado.
27:30 - A morte de Steve Jobs, que soube atrelar 2 conceitos que mudaram a indústria da música: o iPod e o iTunes.
30:00 - A revolta dos “chorões da música” (vejam o Tungcast chorões).
32:30 - O fim do White Stripes (o Teletubbies do rock) foi um alento para os fãs de música e o disco do Metallica com Lou Reed foi a vergonha alheia do ano.
35:00 - O fim do REM, a chegada do Superheavy, a volta do Strokes (que supostamente “salvou” o rock) e o novo (e fraco) disco do Radiohead.
40:00 - Encerramento: “Dark Matter”, do novo disco da Björk, Biophilia.

Promoção Tungcast #01: geeks musicais

promo01

O Tungcast se consolidou como o espaço dos geeks musicais na internet. Então, na primeira Promoção Tungcast, o mote não poderia ser outro:

Conte para nós um fato que prove que você é um geek musical.  Ou seja, uma história que mostre sua ligação profunda com a música. Pode ser como se descobriu fã de música, como conheceu uma banda, um dia que encontrou seu ídolo, quando comprou um disco raro, etc. Vale qualquer coisa que mostre que você é louco por música!

Envie seu “causo” para o e-mail tungcast@gmail.com e concorra.

Cada “causo” será analisando pela nossa comissão de geeks notáveis e o “causo” mais convincente ganhará o kit especial contendo:
- 1 camiseta Tungcast;
- 2 palhetas Tungcast;
- 1 CD The Ronnie James Dio Story (duplo);
- 1 DVD Rush 2112/Moving Pictures Classic Albuns.

Estamos recebendo e-mails até o dia 19/12/2011. O resultado sai no dia 20/12/2011 e será anunciado aqui nesse post, e também em nosso Twitter (sigão!) e Facebook (curtão!).

IMPORTANTE: para poder participar da promoção, é imprescindível que se saiba o que é ser um geek musical. Para entender melhor essa definição, é recomendável ouvir o Tungcast geeks musicais. Aproveite e ouça também os Tungcasts Ronnie James Dio e Rush (parte 1 e parte 2).

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ATUALIZAÇÃO
E a grande vencedora da promoção Tungcast é a blogueira pernambucana Minea Nunes, que se embrenhou numa grande aventura para viajar até São Paulo em 2008 só para poder ver o show da banda Sonata Arctica. Uma aventura épica, com direito a autógrafos da banda, visitas à Galeria do Rock, ao Blackmore Bar e um gran finale com o show do Iron Maiden no Palestra Itália.

Parabéns, Minea! Você sensibilizou a nossa comissão de notáveis e se provou uma verdadeira geek musical!

Muito obrigado a todos que participaram e até a próxima!
Equipe Tungcast

ATUALIZAÇÃO 2
Vejam Minea exibindo orgulhosa os seus prêmios pelo Twitter!

Tungcast#046: Caricaturas com Baptistão

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00:00 - Apresentação: Baptistão descobriu que tinha talento para desenhar retratos e acabou se tornando um caricaturista premiado.
04:30 - O quadrinhos são referência universal para quem trabalha profissionalmente com desenho. E na faculdade, a publicidade acaba sendo um dos refúgios de aspirantes a ilustradores.
08:30 - A primeira publicação foi na Folha, em 1985. Depois de várias publicações em veículos variados, ele chega ao Estadão em 1991, onde conheceu Carlinhos Muller e foi influenciado por nomes como Rocha, Benício, Chico e Paulo Caruso, Norman Rockwell.
14:30 - Por que a caricatura ainda é vista como um desenhinho engraçado ou uma exaltação dos defeitos da pessoa? A dificuldade dos leigos em entender essa arte, que ainda é marginalizada.
17:00 - Como um caricaturista premiado como Baptistão ainda recebe ofertas para trabalhar de graça? A ignorância das pessoas, que não veem isso como um trabalho.
20:00 - Caricatura e charge são duas artes qua não são levadas muito a sério, a ponto de jornalistas não saberem distinguir uma coisa da outra.
22:30 - Os métodos de criação do Baptistão: o estudo profundo de fotos do personagem a ser retratado e as técnicas tanto do Photoshop e do lápis de cor.
29:00 - A dúvida eterna do artista: ser um especialista numa área específica ou ser versátil? Baptistão ficou com a primeira opção, mas Dálcio Machado, Marcos Muller e Farrell optaram pela segunda.
32:30 - O traço como assinatura, algo facilmente reconhecido pelo público, como o caso do mestre Loredano.
35:30 - É muito difícil o artista ter algum retorno do personagem caricaturado. Arrependimento? Só um: a caricatura do Rubinho com uma tartaruga.
40:00 - A caricatura e charge não precisam necessariamente trazer uma piada.
41:30 - A internet não apenas aproximou os artistas dos leitores, mas resultou numa
superpopulação de novos artistas sem autocrítica.
46:00 - Criticando o trabalho alheio é sempre um terreno perigoso. A saída é ser educado e construtivo na crítica e apontar falhas técnicas no trabalho.
50:00 - Encerramento: Baptistão pega o violão e dá a sua canja com uma música de Paulinho da Viola, chamada “Vela do Breu”.

Tungcast#045: Existe a ética do download?

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00:00 - Apresentação: Se existe mesmo uma ética para o download, cada um tem a sua.
01:30 - Somos todos piratas: se você já viu vídeos no Youtube ou baixou fotos para o seu Power Point, sim, você já fez download ilegal.
02:30 - Por que os “fãs” de música de hoje não compram CDs ou mp3 de suas bandas “favoritas”? O cinismo e a preguiça dos “fãs” que transferem o ônus para o artista.
05:20 - Imagine alguém fazendo download do seu trabalho (qualquer que seja ele). Você vai reclamar, não vai?
07:30 - Os problemas das propostas de cobrar por navegação: quem vai controlar isso? E, no fim, só os grandes vão ganhar.
10:30 - Segundo Chris Anderson (do Free), quanto mais barata fica a tecnologia, mais pulverizado e gratuito fica o mercado.
12:30 - No fim, sempre alguém paga a conta. Quem vai pagar essa? Não haverá receita de sucesso, cada artista vai ter de encontrar seus meios de se financiar.
15:00 - O valor das coisas vem da escassez, quando a oferta é farta, perde-se o valor.
17:00 - O futuro não é a compra da música, mas a compra do serviço: o streaming, o iCloud, eMusic e o exemplo do Ramen Music, que faz uma curadoria a cada 2 meses.
20:00 - Num tempo em que a indústria está falida, como é que a Lady Gaga consegue vender 1 milhão de cópias em 1 semana? Com as vendas a 0,99 dólares, subsidiada pela Amazon.
23:30 - A estratégia para vender gelatina nos EUA: dar de graça um livro de receitas.
29:00 - O download como pesquisa: se o artista/banda for mesmo bom, vale a pena comprar.
31:30 - A maioria das pessoas sempre comprou discos por causa de uma ou duas músicas. Hoje isso acabou. A indústria está levando o troco do consumidor.
35:00 - Encerramento: antigamente o pacote era o disco, hoje o pacote será uma série de serviços dentro de cada nicho, onde as músicas estão incluídas.

Tungcast#044: Os artistas chorões do mercado musical

Thiago Bianchi, em momento de extrema indignação

Thiago Bianchi, em momento de extrema indignação

 

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00:00 - Apresentação: artistas chorões são aquele que se acham gênios, que o mercado está errado, que todo mundo é burro.
02:00 - O que define um artista, antes de tudo é o ego. Ele acha que as pessoas devem segui-lo, quando deveria ser o contrário. E muitos já são egomaníacos antes mesmo de terem lançado qualquer coisa no mercado.
05:00 - Comentário do André Midani: ” Os artistas devem tomar a dianteira de seu negócio, para que os burocratas nao o façam.” Artistas adoram ficar na vida boêmia, mas não querem botar a mão na massa. É a preguiça disfarçada de nobreza intelectual.
10:00 - Também tem muita gente trabalhando sem chorar. A Abrafin e o Espaço Cubo produzem vários festivais de música pelo Brasil, como o “Grito Rock” em Cuiabá.
14:00 - Enquanto o pessoal do metal chora, os indies fazem. O exemplo do Primavera Sound em Barcelona e do site colaborativo Queremos.
17:30 - A choradeira de roqueiros brazucas, como Edu Ardanuy (Dr. Sin) e Thiago Bianchi (Shaman), sem levar em conta que o metal é um estilo datado e restrito ao seu nicho. De onde eles tiraram que o mercado ou o público brasileiro deve algo a eles? De onde eles tiraram que eles estão nos representando em algo?
26:30 - A resposta de Marcelo Moreira no blog Combate Rock. É errado achar que o mercado de metal será equivalente ao americano ou europeu. O público não só de metal, mas o de música em geral, ficou muito cínico em relação aos downloads.
29:30 - A grande pergunta é: por que o público prefere gastar 50 reais numa balada e nao quer pagar pelo show ou CD de sua banda favorita? O exemplo do guitarrista curitibano Sergio Buss.
31:00 - A proposta de Thiago Bianchi em oficializar a data de 13/11 como dia do metal brasileiro (informações no site Metal Prol Brasil)
32:00 - Encerramento: “Breaking the Law”, Judas Priest

Tungcast#043: MPB

Grandes artistas da MPB, no traço e nas cores de Baptistão

Grandes artistas da MPB, no traço e nas cores de Baptistão

 

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00:00 - Apresentando nosso convidado especial: Eduardo Baptistão, ilustrador/caricaturista do Estadão e grande estudioso da MPB.
03:00 - Geek assumido, Baptistão deu seus primeiros passos ouvindo a Rádio Cidade e Eldorado e dedilhou seus primeiros acordes no colegial, descobrindo Caetano e Gil. Hoje conta com uma coleção de mais de 3 mil CDs.
06:00 - O que significa MPB, afinal? Ela abrange toda a música feita aqui ou se restringe àquela coisa intelecualizada?
09:00 - A música brasileira é a mais rica do mundo? Por que tantos artistas nacionais são tão reconhecidos lá fora e aqui não recebem a mesma atenção? Os exemplo de Ivan Lins, Chico Pinheiro e Joyce Moreno.
11:00 - O comercialismo e a falta de sinceridade de alguns artistas brasileiros, que fazem o jogo da indústria para se colocar no mercado. O exemplo da Roberta Sá no reality show “Fama”.
12:30 - Artistas um pouco mais sofisticados ficam estigmatizados como “difíceis” aqui no Brasil? A efervescência, os festivais e a própria ditadura fez com que a geração da década de 60 fosse a melhor de nossa história?
15:30 - Por que não houve renovação da geração 60? Os astros daquela época foram substituídos pelo BRock dos anos 80 e pelos pagodes, sertanejos e axés da vida? A indústria impôs uma popularização (no mau sentido) da música? Artistas talentosos ficaram no meio do caminho? O exemplo do projeto “Puta que pariu, você que não ouviu”, que trazia Guinga, Celso Viáfora, Vicente Barreto, Sérgio Santos e Jean E Paulo Garfunkel, entre outros.
22:00 - As capitanias hereditárias da MPB: por que todo artista novo precisa gravar um sucesso do Caetano, Gil ou Chico para se lançar no mercado? Os figurões da MPB viraram uma muleta para os novos ou foi a única saída que a indústria encontrou?
25:00 -  Existe o Caetano pré e pós Paula Lavigne? Os prós e os contras dessa tranformação. Por que o Caetano se tornou onipresente na cultura nacional?
28:30 - Por que as pessoas atacam o Chico apenas por suas posições políticas e esquecem a música?
32:30 - O que mudou entre o “popular” dos anos 60 e o de hoje? O nível cultural da população interferiu?
34:00 - Por que Roberto Carlos, mesmo depois de 40 anos fazendo a mesma coisa, ainda é o “rei”? A “majestade” se acomodou em fazer música para caminhoneiro? O Erasmo envelheceu melhor?
40:00 - A história trágica de Wilson Simonal, contada no livro Nem vem que não tem, do jornalista Ricardo Alexandre. Embora o livro mostre que ele não era delator da ditadura, ele fez o uso do aparato policial para resolver uma rixa pessoal e não escondeu sua amizade com generais do regime (ouça trecho do “Tributo a Martin Luther King”)
49:00 - No extremo oposto, está o livro Vale Tudo - O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta. Sempre às raias da loucura, era um artista nato: a voz, o swing, o ritmo e a musicalidade (ouça trecho de “A Bela e a Fera”)
57:00 - Quais são os rumos da MPB? Há muito artistas para pouco espaço no mercado? A integridade artística versus a concessão.
01:00:00 - “A Rádio Cultura AM ainda consegue manter uma boa programação de MPB”
01:02:20 - Sérgio Sampaio, morto em 1994,
se tornou um “artista maldito” por não fazer concessões em sua carreira. Zeca Baleiro fez o trabalho de resgate e lançou seu disco póstumo. Encerramento com “Pobre Meu Pai”

Tungcast#042: A cobertura musical em tempos de internet

imprensa

 

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00:00 - Apresentando nosso convidado especial: Bruno do Amaral, do blog Tecnologiação.
02:00 - As publicações aqui no Brasil já enfrentavam problemas, com má distribuição, revistas mal editadas, sem público fiel. E a internet acabou sendo a pá de cal.
06:00 - “Por mais que se profissionalizem, as revistas sempre estarão atrasadas.”
07:00 - As revistas de guitarra focarem mais em equipamentos e lições para os guitarristas é uma boa estratégia?
08:00 - Ao tratar dos nichos específicos, os blogs especializados e fóruns cobrem melhor os assuntos do que o sites e revistas generalistas?
10:30 - Efeito bola de neve: sites como Blabbermouth e Whiplash acabam sendo pautados pelas fofocas da blogosfera e dos fóruns?
11:30 - O pior dos cenários: os fãs têm todas as informações, mas não têm senso crítico para escrever e os portais só querem multiplicar cliques com fofocas “bombásticas”.
13:00 - Falta uma separação entre o que é notícia e o que é boato nos grandes sites? A hierarquia e o trabalho de edição acabam se tornando cruciais.
14:00 - A Guitar Player ampliou o espaço para os equipamentos e lições de guitarra e as pautas começaram a se repetir (Steve Vai, Steve Morse…)
17:00 - Há público para as grandes matérias ou o negócio é só a fofoca mesmo? Há espaço (e leitores) para um Huffigton Post da música?
18:30 - A Rolling Stone brasileira trabalha com leis de incentivo e uma das condições impostas à revista era que todo o conteúdo fosse liberado no site — o que não acontece, na prática (para muitos, o problema maior é colocar o NX Zero pelado na capa).
20:30 - O jabá disfarçado de “serviço especiais”: viagens com tudo pago, almoços chiques, passeios de barco… Isso influencia no texto?
24:30 - Alguns artistas e bandas (como Gun N’ Roses) pagam a blogueiros para montar bunkers e barrar críticas e notícias negativas.
25:30 - Sobre os artistas que tentam “socializar” com o jornalista…
26:30 - Os bastidores da polêmica pré-audição do disco Chinese Democracy: fechada a alguns poucos jornalistas, a estratégia acabou se tornando um desastre.
28:00 - Quando o White Stripes voltar, é só fazer a mesma pré-audição com Lúcio Ribeiro, Thiago Ney e toda a turma do hype.
29:30 - A polêmica do jabá “Maria Rita/Veja”.
34:00 - A cobertura musical ainda segue muito os hypes idiotas da NME? Ficou mais pessoal e menos musical? Quando a Madonna veio ao Brasil, só se falou do “affair” dela com o tal Jesus Luz…
42:00 - Jornalistas brasileiros sabem cobrir os artistas do mercado interno? Ou é só o popularesco e as cantoras MPB que vão na onda do Caetano.
45:30 - Qual o futuro da cobertura musical? Agora é só seguir o Twitter dos artistas e ouvir o que tá pegando na LastFM? Continuaremos reféns do hype e do “modelo Forastieri de jornalismo”? Faltam artistas mais no estilo desbocado do Lobão?

Tungcast#041: O fim dos estúdios profissionais

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00:00 - Apresentação: depois de debater o futuro da produção musical no Tungcast#035, Marcos Yukio explica a decisão de encerrar as atividades do estúdio Ultrasônica.
02:00 - Duas razões: 1) os ideais da música — que o motivaram a construir o estúdio — se perderam pelo caminho, pela maneira como os artistas encaram a música hoje e 2) a tecnologia proporcionou a chegada de estúdios caseiros, tirando todo o dinheiro desse mercado.
05:00 - “Bandas que ensaiam repertório de festas e casamentos tocam as mesmas coisas de 15 anos atrás”
07:00 - Antes as bandas gravavam o disco, saíam em turnê e depois voltavam ao estúdio. Hoje, músicas descartáveis vão sendo lançadas durante a turnê, que não acaba nunca.
09:30 - As pessoas não vão mais a shows pela música, mas pelo evento, pela grife da banda. E também para poder colocar a foto no Facebook e dizer “eu fui”.
12:00 - “O cara toca guitarra, diz que ama rock, mas toca numa banda de pagode e ainda diz que ‘faz o que gosta’.”
13:00 - Depois desse holocausto da música, haverá uma reconstrução?
15:00 - Antes da da MTV e do videoclipe, ninguém sabia como era a cara dos sujeitos da banda. Hoje as fotos deles no Facebook são mais importantes do que sua música.
16:00 - Encerramento apocalíptico na voz de Jim Morrisson

Ouça também: Tungcast#035: O futuro da produção musical

Tungcast#040: Edição comemorativa - 2 anos

tungcast2anos

 

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00:00 - Apresentação (estreando nova vinheta): Tungcast, 2 anos no ar (quem diria!)
02:00 - A ideia de fazer o podcast surgiu durante os encontros do Digestivo Cultural e da necessidade de debater música em nível geek.
05:20 - Escolas do rock: nossa formação é a mesma, na virada dos anos 80 para os 90, mas com visões e gostos diferentes (veja os discos seminais do Diogo e os discos que mudaram o Rafael).
10:00 - A divisão de tarefas no início: Rafael cuidava mais da parte de edição sonora e da parte técnica do site, enquanto Diogo cuidava da área artística, desenvolvendo o logo (estreando novo logo hoje!), criando — e, algumas vezes, ilustrando — os posts.
13:30 - Tungcast, modo de fazer: 1) discussão, organização e redação das pautas; 2) agendamento e gravações em estúdio; 3) edição, mixagem e ajustes no áudio; 4) criação e agendamento do post no site, transcrição dos tópicos e inserção de links.
22:00 - Gravar para o Tungcast tem vários significados: é uma espécie de terapia, serve como fuga do marasmo do dia-a-dia, é uma oportunidade de pesquisa, de aprendizado e, principalmente, de gerar debates.
25:00 - Influências insanas: Diogo indica Mandrill, uma banda black/funk dos anos 70 (ouça “Hang Loose“). Rafael indica “Journey”, do Nitin Sawhney, um músico inglês com ascendência indiana que faz um pop adulto.
32:20 - O segredo de fazer um podcast é que não tem segredo. Escolha um assunto que você gosta muito, encare como algo divertido, mas leve o trabalho a sério. Estabeleça isso como uma de suas prioridades e tenha em mente que a audiência vem com a longevidade.
37:00 - Bastidores e curiosidades: momento Beavis and Butthead; imitando Silvio Santos e Claudio Carsughi; erros de gravação; ataque de riso do Rafael; uma pomba invadindo as gravações e telefonemas inconvenientes.
47:00 - Aprendendo com os erros do passado e olhando para o futuro.
50:00 - Furo jornalístico do Tungcast: Rafael fala de seu novo projeto musical, só de guitarras climáticas, numa espécie de trilha sonora de um filme imaginário.
53:00 - Encerramento: “Anoitece 1″, de Rafael Fernandes

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