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00:00 - Apresentação
01:00 - A memória afetiva nas baladas Trash do anos 80, em bandas como Radio Taxi e no “abajur cor de carne” do Ritchie
03:30 - A memória afetiva atrapalha uma visão fria e crítica sobre os artistas?
05:30 - Memória afetiva no cinema: os exemplos de Comando para Matar e Curtindo a Vida Adoidado
08:30 - Use Your Illusion (Guns n’ Roses) e The Joshua Tree (U2) são bons discos ou só trazem sentimentos nostálgicos?
11:00 - Como ouvir discos conceituais, como The Wall (Pink Floyd), sem ouvir o álbum inteiro?
12:30 - Existem discos inteiro bons, como Close to the Edge (Yes) e Moving Pictures (Rush) e existem discos de uma música só, como A Momentary Lapse of Reason (Pink Floyd)
15:00 - Se desfazendo de toda a coleção de CDs e ouvindo música pelo Spotify e eMusic, com áudio de alta qualidade e pagando mensalidade
19:00 - Depois de uma certa idade é mais difícil “pirar” com a música? Pirando com o novo do AC/DC e o Chickenfoot, reconhecendo que nem todas as músicas são boas.
20:40 - Levando a vizinhança à loucura ouvindo “Atomic Punk” (Van Halen) no último volume
22:00 - Segundo Lester Bangs, o problema era a indústria do “cool“. Hoje é a indústria do “hype“. Poucos artistas despertam algo verdadeiro como o In Rainbows (Radiohead) e Chinese Democracy (Guns n’ Roses)
24:30 - A queda do radicalismo da juventude. Amadurecendo musicalmente com o blues do Stevie Ray Vaughan e com o jazz, com Miles Davis, George Benson e Pat Metheny
26:30 - As unanimidades burras da música: Ivete Sangalo, Roberto Carlos, White Stripes, Strokes e as “bandas hype”, como o Libertines
28:30 - Como será a memória afetiva dos fãs do Jonas Brothers? Será que a música de hoje é tão ruim a ponto de Jack White ser considerado o Jimmy Page de nossa geração?
30:30 - A memória afetiva do início da MTV Brasil, com bandas dos anos 80-90, como Faith no More, Guns n’ Roses e Nirvana
32:00 - “A década de 90 começou com o vinil dando lugar ao CD e terminou com o CD dando lugar ao mp3″
33:30 - Apettite for Destruction é apenas um ótimo disco de rock e não uma obra épica
36:00 - Nirvana: do underground (Bleach) ao mainstream (Nevermind). O “deus” Kurt Cobain foi superestimado?
38:00 - O futuro do CD e a volta do fetiche pelo vinil nas megastores.
40:00 - Dos aparelhos de som modulares ao iPod — as tecnologias e mídias para se ouvir música ontem e hoje. A Deckdisc comprou a fábrica de vinil (Polysom).
43:00 - “Fui num sebo de vinil e fiz uma mini-coleção sem nem mesmo ter onde tocá-los”
44:00 - Encerramento: “Surfing with the Alien“, Joe Satriani (em vinil!)
Ouça online:
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00:00 – Apresentação
00:40 – A música perdeu o valor?
02:20 – A chegada do Napster e o excesso de oferta
03:20 – Exceção x distribuição
04:50 – Hoje não temos um Led Zeppelin ou um “Sgt. Pepper’s”?
05:50 – Antes havia 3 portas. 1ª: entrar na gravadora, 2ª: gravar o disco, 3ª: o mercado aceitar esse disco.
07:20 – A falta de critério e os cuidados ao criar música
09:20 – Segundo Seth Godin, se as pessoas não falam de você é porque você é chato!
09:40 – A diluição do trabalho do produtor musical e a falta da autocrítica.
10:35 – Preparo: o início de Rush, Dream Theater e Van Halen.
15:40 – As pessoas estão pulando etapas?
18:35 – “A guitarra é vista hoje só como um instrumento de 3 acordes”
19:00 – Os exemplos de The Edge, David Gilmour, Eric Clapton e Yngwie Malmsteen
20:25 – “A crise da música é também a crise do preparo”.
23:00 – A música em ciclos e os movimentos musicais em resposta aos excessos.
23:40 – O exemplo do Yes. Do sucesso de “Fragile” ao excesso em “Topographic Oceans”.
25:00 – O começo do Long Tail e a indústria da música azeitada para lançar produtos, como Britney Spears
27:10 – “…a estrada afeta os artistas”
29:10 – Formas dos artistas ganharem dinheiro
31:50 – CD, downloads, música de graça e os exemplos de Radiohead e Marillion.
35:00 – O mercado do CD descobriu um novo nicho nas embalagens de luxo, com poster, DVD, B-sides. O U2 fez isso com o novo disco e está fazendo isso com todo o seu catálogo.
37:15 – Os fãs do Iron Maiden vão querer sempre um novo “The Number of the Beast”
39:30 – “Quem está começando precisa gravar músicas muito boas”
41:00 – Artista x Emprego / Funcionário público x Empreendedor
41:10 – “Roberto Carlos deitou na cama da fama e não troca o lençol desde a Jovem Guarda”
42:18 - Encerramento: “Kashmir”, Led Zeppelin (trecho)
Links relacionados:
- Série de textos “Crise da Música”: parte 1, parte 2 e parte 3