Tungcast#011: AC/DC

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00:00 - Apresentação: “If You Want Blood (You’ve Got It)”
02:00 - Os problemas com o credenciamento e a saga de Diogo Salles para poder ir ao show (agradecimento especial a Andrezza Cholfe).
03:45 - O AC/DC é que é o antibundamolismo do rock — e não o Faith no More.
05:00 - Eles são repetitivos ou sabem se reinventar?
06:50 - O AC/DC consegue aglutinar os fãs do U2 e do Iron Maiden no mesmo show.
08:00 - O apelo do fãs para que a banda mudasse o setlist do show. Faltaram surpresas (como foi “Girls Got Rhythm” em 1996 - ouça trecho)?
11:40 - “Shoot to Thrill” e “Dog Eat Dog” poderiam sair do setlist para dar lugar a outros clássicos? O striptease do Angus Young em “The Jack” já deu o que tinha que dar?
14:30 - A qualidade do som foi impecável — assim como em 96 já havia sido. É uma turnê preparada para grandes arenas: o posicionamento das caixas de som e dos telões.
17:00 - O AC/DC respeita os seus fãs: entram no palco com o jogo ganho, mas mesmo assim, dão o melhor deles. O “tiozinho” Angus Young, quando sobe ao palco, se torna um cara muito poderoso, hipnotizando os fãs. Brian Johnson parece um caminhoneiro, mas sabe agitar a galera.
20:00 - “Thunderstruck” sempre é explosiva no palco, com os telões trepidando. O público pediu “Jailbreak”.
22:00 - Músicas do novo disco: “Big Jack” merecia entrar no setlist? Por que não “Stormy Mayday”? (ouça trecho)
23:30 - Momentos clássicos do show: a boneca inflável em “Whole Lotta Rosie” e o solo de Angus em “Let There Be Rock” (o hino do headbangers)
24:30 - A história do serial killer “Night Stalker” que era um fã de AC/DC e teria uma fixação pela música “Night Prowler” (trecho)
27:00 - Qual a importância do AC/DC para o rock? Eles são uma banda de “greatest hits”? Diferente da maioria das bandas, eles não tem a pretensão de revolucionar nada — só de tocar rock n’ roll.
30:00 - Uma banda sem egos, sem rixas. Brian Johnson canta o repertório do Bon Scott sem reclamar. A entrada de Bon Scott na banda (como motorista) e sua morte, depois de uma bebedeira.
32:30 - AC/DC parodiando o Led Zeppelin: Whole Lotta Love / Whole Lotta Rosie e Stairway to Heaven / Highway to Hell.
33:30 - A influência do AC/DC no filme “Escola de Rock” e no próprio Jack Black. A mensagem final do filme com “It’s a Long Way To The Top (If You Wanna Rock n’ Roll)” (trecho)
37:00 - Músicas subestimadas: “Gone Shootin” e “Sin City” (trechos)
39:00 - Encerramento: “Hells Bells”

Links relacionados:
Crítica: “AC/DC back in Black Ice

Tungcast#010: Living Colour

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00:00 - Apresentação: “Time’s Up”
01:40 - Conhecendo o novo disco: o single “Behind the Sun”, a agressividade de “Burning Bridges” — “Young Man” e “Decadance” dividindo opiniões.
07:00 - “Bless Those” lembra “Love Rears Its Ugly Head”? Já “Hard Times” é vigorosa e passa uma mensagem importante.
10:30 - O experimentalismo de Vernon Reid e William Calhoun influenciou a banda a tomar direções muito diferentes?
12:20 - “Pride” é a música mais injustiçada do Living Colour (trecho)
14:30 - “Cult of Personality” é “anos 80 demais”? Rafael Fernandes explica.
16:00 - Stain (1993) foi um passo à frente na carreira deles, mas tinha uma pegada mais sombria e mostrava o início do desgaste na banda.
17:40 - Grande parte das bandas surgidas nos anos 80 sofreram com os excessos impostos pela indústria e acabaram se dissolvendo nos anos 90.
19:20 - A saída de Vernon Reid da banda em 1995 e a posterior dissolução.
20:30 - As características do Living Colour: o peso instrumental, o groove de Corey Glover, o apelo pop e a influência da música negra causaram uma mistura explosiva e única no som da banda.
23:30 - O virtuosismo e as experimentações de Vernon Reid com timbres exóticos: trecho da carreira solo e de “Not Tomorrow”, do novo disco.
26:00 - Living Colour ao vivo: quatro protagonistas no palco (resenha da Rolling Stone) — “Corey Glover foi o vocalista que mais me impressionou ao vivo”.
29:00 - Collideoscope (2003) foi um disco fragmentado, mas possui bons momentos, com “Flying” (trecho)
30:50 - Para solar o guitarrista deve quebrar a munheca ou movimentar o antebraço inteiro? Vernon Reid é adepto da segunda opção.
32:00 - William Calhoun é um baterista fora dos padrões, colocando diversos detalhes e nuances, definindo o swing e o peso no som da banda.
34:00 - O Living Colour foi o som certo surgido no momento certo (1988) e Mick Jagger foi quem os descobriu, se tornando o padrinho da banda.
36:00 - Os músicos do Living Colour são também grandes entertainers (trecho de “Elvis is Dead”), muito ao contrário dos posers dos anos 80 e dos pseudo-blasés de hoje.
41:00 - A banda não se encaixa em nenhum dos padrões, não segue modismos e não participa de nenhuma “panelinha”.
43:00 - Encerramento: “The Cult of Personality”, para os neófitos.