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00:00 - Apresentação: “Time’s Up”
01:40 - Conhecendo o novo disco: o single “Behind the Sun”, a agressividade de “Burning Bridges” — “Young Man” e “Decadance” dividindo opiniões.
07:00 - “Bless Those” lembra “Love Rears Its Ugly Head”? Já “Hard Times” é vigorosa e passa uma mensagem importante.
10:30 - O experimentalismo de Vernon Reid e William Calhoun influenciou a banda a tomar direções muito diferentes?
12:20 - “Pride” é a música mais injustiçada do Living Colour (trecho)
14:30 - “Cult of Personality” é “anos 80 demais”? Rafael Fernandes explica.
16:00 - Stain (1993) foi um passo à frente na carreira deles, mas tinha uma pegada mais sombria e mostrava o início do desgaste na banda.
17:40 - Grande parte das bandas surgidas nos anos 80 sofreram com os excessos impostos pela indústria e acabaram se dissolvendo nos anos 90.
19:20 - A saída de Vernon Reid da banda em 1995 e a posterior dissolução.
20:30 - As características do Living Colour: o peso instrumental, o groove de Corey Glover, o apelo pop e a influência da música negra causaram uma mistura explosiva e única no som da banda.
23:30 - O virtuosismo e as experimentações de Vernon Reid com timbres exóticos: trecho da carreira solo e de “Not Tomorrow”, do novo disco.
26:00 - Living Colour ao vivo: quatro protagonistas no palco (resenha da Rolling Stone) — “Corey Glover foi o vocalista que mais me impressionou ao vivo”.
29:00 - Collideoscope (2003) foi um disco fragmentado, mas possui bons momentos, com “Flying” (trecho)
30:50 - Para solar o guitarrista deve quebrar a munheca ou movimentar o antebraço inteiro? Vernon Reid é adepto da segunda opção.
32:00 - William Calhoun é um baterista fora dos padrões, colocando diversos detalhes e nuances, definindo o swing e o peso no som da banda.
34:00 - O Living Colour foi o som certo surgido no momento certo (1988) e Mick Jagger foi quem os descobriu, se tornando o padrinho da banda.
36:00 - Os músicos do Living Colour são também grandes entertainers (trecho de “Elvis is Dead”), muito ao contrário dos posers dos anos 80 e dos pseudo-blasés de hoje.
41:00 - A banda não se encaixa em nenhum dos padrões, não segue modismos e não participa de nenhuma “panelinha”.
43:00 - Encerramento: “The Cult of Personality”, para os neófitos.