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00:00 - Apresentação: “Welcome to the Jungle”
02:00 - O começo de tudo: um bando de junkies sem um foco inicial — uma banda que tinha tudo para dar errado.
04:00 - O “causo” do Axl nos primórdios da banda, quando se jogou do carro do Slash em movimento.
05:30 - A disputa entre a Geffen e a Warner para fechar com o Guns e os jantares “na faixa” que eles recebiam.
07:00 - A influência do Aerosmith no som do Guns. As rixas com o Poison e Great White. Todos queriam ser Motley Crue nos anos 80.
09:30 - A dificuldade de se concentrar nas gravações do Apettite. Os problemas com heroína e com o álcool. O trabalho que Tom Zutaut teve para colocar a banda nos eixos.
12:00 - A dificuldade de emplacar o Guns na MTV. Apettite demorou quase 2 anos para “pegar” de verdade. “Sweet Child O’Mine” foi escondida no lado 2 do disco propositadamente.
14:40 - A permissividade dos outros integrantes da banda (porque estavam todos drogados) com a megalomania do Axl, que já começava a mostrar seus tentáculos.
17:50 - O solo de “Sweet Child O’Mine”, que começa melódico e vai ficando agressivo, até explodir no final. Perfeito.
19:40 - O sucesso do Apettite For Destruction: a crueza nos riffs, grandes melodias e a pegada certa do hard rock (trecho de “It’s So Easy”)
24:00 - Os gemidos de Adriana Smith (namorada do Steven Adler) em “Rocket Queen” eram reais — com o Axl ajudando a dar mais “dramaticidade” (ouça trecho)
26:00 - A bateria tribal com o grito do Axl no final de “Welcome to the Jungle” e o timbre no início de “Paradise City” (trechos)
29:00 - “November Rain”, “Back Off Bitch” e “Don’t Cry” entraram no Use Your Illusion, mas já existiam muito antes do disco existir.
31:00 - “Don’t Cry” é aquela música que explora os clichês mais surrados. O tenebroso vocal no fim dessa música fez de Axl Rose o “Raimundo Fagner do rock’n'roll”.
32:30 - Use Your Illusion é o começo do fim pro Guns? Daria para condensar tudo em um CD simples (ou vinil duplo)? Tudo ficou muito dividido: as músicas do Axl, as do Slash e as do Izzy (trechos de “Locomotive”, “Estranged” e o solo de “Breakdown”)
37:00 - The Spaghetti Incident mostrou uma banda esfacelada. O Guns perdeu muito com a saída do Izzy? Gilby Clark foi um bom substituto?
39:30 - Axl criou no Izzy uma tolerância zero com vocalistas? Izzy vai continuar fazendo turnês e sendo amigo de todo mundo, sem se comprometer com ninguém — é o @oclebermachado do Guns N’ Roses.
41:30 - As várias versões para a saída do Slash em 1995. Um festival de contradições de ambas as partes: a demissão do Gilby Clark, a entrada de Paul Huge, a polêmica gravação de “Sympathy For the Devil” e o lançamento do disco do Snakepit.
47:30 - Slash: se perdeu na heroína e nunca colocou a música (e a guitarra) como sua prioridade. Axl: um louco de pedra. Guns N’ Roses: uma grande e caótica banda que já nasceu na iminência de acabar.
49:50 - Encerramento: “Nightrain”.
Só um adendo: para mim, a guitarra de Paul “Huge” Tobias em Symphaty For The Devil é a melhor coisa da música. Dá um belo de um refresco ao som surrado de uma música muito conhecida. Sem ela, na minha humilde opinião, o cover ficaria tão sem graça quanto a grande maioria do Spagghetti Incident.
E Don’t Cry é clichezona sim, mas ao menos tem um dos melhores solos do Slash.
Olá!! Achei bastante interessante esse podcast, no entanto não encontrei “agregador” para Itunes ou feed RSS, seria algo interessante…
[...] O primeiro trata sobre a primeira fase da banda, desde o início junkie e errático em Los Angeles nos anos 80 até meados dos anos 90, com as brigas que culminaram com a saída (ou será que foi demissão?) de Slash da banda. [...]
[...] O primeiro trata sobre a primeira fase da banda, desde o início junkie e errático em Los Angeles nos anos 80 até meados dos anos 90, com as brigas que culminaram com a saída (ou será que foi demissão?) de Slash da banda. [...]