Tungcast#027: Relações sociais no século 21

Contra-capa do álbum OU812, do Van Halen

Contra-capa do álbum OU812, do Van Halen

 

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00:00 - Apresentando — mais uma vez — Luis Eduardo Matta, convidado especial.
01:00 - A vida nas grandes cidades: as cobranças, as pressões, o isolamento defensivo e os falsos conceitos de “sucesso”.
04:00 - O conceito da liberdade compulsória: vende-se a ideia da revolução comportamental, mas se criou outras prisões, relacionadas à velocidade da vida e aos avanços tecnológicos.
08:00 - A vida virtual suplantou a vida real? As redes sociais estão substituindo os encontros pessoais?
10:00 - A internet é invasiva? Com e-mail, celular, Twitter, as pessoas deixaram de ter horário para trabalhar?
12:00 - As pessoas estão se auto-anulando para poder ganhar dinheiro e agradar às suas famílias ou à sociedade.
16:00 - As famílias fazem uma “pressão amigável” para que você tenha o estilo de vida mais bem aceito na sociedade?
17:00 - Vivemos uma era de transição: a pressão financeira sofrida pelos homens mostram que ainda não abandonamos completamente esses valores anacrônicos.
19:00 - Os conceitos de “classe média” e “elite” se tornaram pejorativos e criaram nas pessoas uma vergonha de ter dinheiro (mesmo tendo ganho honestamente). O exemplo de Jorge Amado.
23:30 - Mulheres: a sexualidade exagerada, as cobranças estéticas e o desejo da juventude eterna são consequências de séculos de repressão sexual? Uma pessoa viciada em pornografia é uma pessoa reprimida sexualmente?
27:00 - A internet é uma caixa de pandora, onde as pessoas revelam seu lado B.
29:00 - O comodismo nas relações amorosas. Por que tanta gente que casa “por que está na hora”? Por que tanta gente prefere uma má companhia à solidão?
32:00 - Pessoas que não estão preparadas para serem pais acabam sendo negligentes na criação de seus filhos.
34:30 - O orgulho de ser mal-educado e a falta de auto-crítica. A covardia pode ser uma estratégia? O exemplo de D. João VI.
37:30 - As brigas no trânsito. Por que tantos homens usam o carro como instrumento fálico e de auto-afirmação?
38:30 - Encerramento: estamos complicando coisas simples e banalizando coisas importantes?

Para ler e refletir
Entrevista com Luis Eduardo Matta no Digestivo Cultural

Tungcast#026: Rush (parte 1) - a discografia

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00:00 - Apresentação: Tom “McGyver” Sawyer
01:00 - O primeiro disco mostra uma banda crua e ainda contava com John Rutsey na batera. O single “Working Man” explodiu numa rádio em Cleveland e lhes rendeu o contrato com a Mercury.
03:00 - A entrada de Neil Peart e a chegada dos temas conceituais no disco Fly By Night. Começava a polêmica em torno da voz do Geddy Lee.
08:10 - Carress of Steel é o disco mais controverso da carreira da banda, pois exagerava o tema conceitual e quase leva a banda ao fim das atividades.
09:30 - 2112 foi uma afronta à gravadora (que queria singles) e se tornou um sucesso, comprando a liberdade artística da banda para sempre.
16:00 - Os paralelos com a obra da escritora Ayn Rand trouxe polêmicas para o Rush, acusados de ultra-direita e satanismo (ouça “Gran Finale”, última parte de “2112″)
21:30 - Farewell to Kings marca o início de uma nova fase, com a adição de teclados ao som da banda e que trazia o clássico “Closer To The Heart”.
23:00 - Hemispheres é o Rush mais megalomaníaco, com longas faixas conceituais e temas instrumentais — e que trazia influências de bandas como Yes e Genesis (ouça trecho de “Prelude”, primeira parte da saga “Hemispheres”)
26:30 - Permanent Waves é uma guinada na carreira do Rush, fugindo do modelo conceitual e mostrando uma banda multifacetada (trecho de “Spirit of Radio”)
30:30 - Moving Pictures é o ápice da banda e unanimidade entre os fãs. É também o tema da atual turnê Time Machine (trecho de “The Camera Eye”)
36:00 - Subdivisions marca o início da fase “teclados” do Rush, gerando controvérsia entre os fãs (trecho de “Digital Man”)
38:50 - O passo seguinte é Grace Under Pressure, um disco subestimado.
39:20 - Power Windows foi o épice dos exageros com teclados e samplers e gerou discussões na banda — especialmente com Alex (trecho de “Middletown Dreams”)
42:20 - Hold Your Fire é o disco mais pop da banda, com boas melodias e guitarras limpas (trecho de “Lock and Key”)
44:40 - Presto é a primeira tentativa (mal sucedida) de fugir dos teclados.
45:20 - Roll the Bones ainda não representou uma mudança no som do Rush, mas fez muito sucesso no Brasil.
46:50 - Com Counterparts eles conseguiram fazer o “contraponto” com a fase dos teclados, trazendo riffs mais simples e guitarras mais “sujas”.
47:40 - Test for Echo era o disco que eles estavam buscando, aliando o peso do início da banda com bons riffs e pouquíssimos teclados (trecho de “Limbo”). A influência do Rush no som do Dream Theater — especialmente em Permanent Waves.
52:40 - Depois da tragédia pessoal do Peart, eles voltam em 2002 com Vapor Trails, que é o disco mais fraco da banda, mas os trouxeram pela primeira vez ao Brasil.
55:10 - Depois do disco de covers Feedback e a turnê R30, Snakes and Arrows traz de volta o equilíbrio entre peso e teclados de Test for Echo.
59:00 - Encerramento com a nova faixa “Caravan”

Para ler
Jornal da Tarde - Rush: quando o rock vira religião
Trágico e Cômico - Especial RUSH

Para ouvir
Tungcast#029: Rush (parte 2) - documentário e show