Tungcast#026: Rush (parte 1) - a discografia

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00:00 - Apresentação: Tom “McGyver” Sawyer
01:00 - O primeiro disco mostra uma banda crua e ainda contava com John Rutsey na batera. O single “Working Man” explodiu numa rádio em Cleveland e lhes rendeu o contrato com a Mercury.
03:00 - A entrada de Neil Peart e a chegada dos temas conceituais no disco Fly By Night. Começava a polêmica em torno da voz do Geddy Lee.
08:10 - Carress of Steel é o disco mais controverso da carreira da banda, pois exagerava o tema conceitual e quase leva a banda ao fim das atividades.
09:30 - 2112 foi uma afronta à gravadora (que queria singles) e se tornou um sucesso, comprando a liberdade artística da banda para sempre.
16:00 - Os paralelos com a obra da escritora Ayn Rand trouxe polêmicas para o Rush, acusados de ultra-direita e satanismo (ouça “Gran Finale”, última parte de “2112″)
21:30 - Farewell to Kings marca o início de uma nova fase, com a adição de teclados ao som da banda e que trazia o clássico “Closer To The Heart”.
23:00 - Hemispheres é o Rush mais megalomaníaco, com longas faixas conceituais e temas instrumentais — e que trazia influências de bandas como Yes e Genesis (ouça trecho de “Prelude”, primeira parte da saga “Hemispheres”)
26:30 - Permanent Waves é uma guinada na carreira do Rush, fugindo do modelo conceitual e mostrando uma banda multifacetada (trecho de “Spirit of Radio”)
30:30 - Moving Pictures é o ápice da banda e unanimidade entre os fãs. É também o tema da atual turnê Time Machine (trecho de “The Camera Eye”)
36:00 - Subdivisions marca o início da fase “teclados” do Rush, gerando controvérsia entre os fãs (trecho de “Digital Man”)
38:50 - O passo seguinte é Grace Under Pressure, um disco subestimado.
39:20 - Power Windows foi o épice dos exageros com teclados e samplers e gerou discussões na banda — especialmente com Alex (trecho de “Middletown Dreams”)
42:20 - Hold Your Fire é o disco mais pop da banda, com boas melodias e guitarras limpas (trecho de “Lock and Key”)
44:40 - Presto é a primeira tentativa (mal sucedida) de fugir dos teclados.
45:20 - Roll the Bones ainda não representou uma mudança no som do Rush, mas fez muito sucesso no Brasil.
46:50 - Com Counterparts eles conseguiram fazer o “contraponto” com a fase dos teclados, trazendo riffs mais simples e guitarras mais “sujas”.
47:40 - Test for Echo era o disco que eles estavam buscando, aliando o peso do início da banda com bons riffs e pouquíssimos teclados (trecho de “Limbo”). A influência do Rush no som do Dream Theater — especialmente em Permanent Waves.
52:40 - Depois da tragédia pessoal do Peart, eles voltam em 2002 com Vapor Trails, que é o disco mais fraco da banda, mas os trouxeram pela primeira vez ao Brasil.
55:10 - Depois do disco de covers Feedback e a turnê R30, Snakes and Arrows traz de volta o equilíbrio entre peso e teclados de Test for Echo.
59:00 - Encerramento com a nova faixa “Caravan”

Para ler
Jornal da Tarde - Rush: quando o rock vira religião
Trágico e Cômico - Especial RUSH

Para ouvir
Tungcast#029: Rush (parte 2) - documentário e show

8 Responses to “ Tungcast#026: Rush (parte 1) - a discografia ”

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by Rafael Fernandes, Diogo Salles. Diogo Salles said: E o Tungcast #RUSH também já está no ar. Nesta 1a parte, eu e @rafaf comentamos a discografia da banda: http://bit.ly/dpA9IZ [...]

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