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00:00 - Reapresentando Julio Daio Borges, que já esteve aqui e retorna ao Tungcast
01:00 - Sobre o fim dos jornais: falta um posicionamento da imprensa e uma discussão profunda a respeito?
05:00 - A reforma gráfica do Estadão, a chegada do iPad e a discussão sobre o conteúdo fechado.
06:20 - O mainstream acabou mesmo? Acabou o centro e as periferias estão entrando. A teoria do cauda longa e a diferença de ação entre Google e Microsoft.
09:00 - A saída é desistir de ser inovador em tudo? Os jornais devem adquirir vários sites e colocá-los sob seu guarda-chuva? O Wall Street Journal comprou vários sites…
10:00 - O Google é única empresa que conseguiu ganhar dinheiro com anúncios na internet, mas errou feio com a tentativa de criar seu próprio Twitter, o Buzz.
12:30 - Um texto clássico de Julio Daio Borges na internet: Publicar em papel, pra quê? A saída é lançar os autores novos pelo Kindle? A Amazon paga 35% do valor de capa e as editoras no Brasil ficam com 50%.
17:30 - A discussão sobre as plataformas iPad e Kindle: por que os formatos dos arquivos não são compatíveis ainda? Haverá uma convergência? Dizem que o Kindle é para os heavy readers e o iPad é mais multimídia, onde se pode ler até jornais.
21:50 - As pessoas ainda vão pagar por conteúdo na internet? Se as empresas fecharem o conteúdo, como fica a indexação do Google?
24:30 - A Web 2.0 e o Long Tail e o Free foram previsões exageradas? O erro de interpretação na teoria da Cauda Longa. A Apple está mais ligada às grandes empresas e a Amazon está mais ligada à Cauda Longa.
27:00 - Qual é a separação entre o profissional e o amador na internet? A internet ainda é dos nerds, dos programadores e dos gênios da tecnologia? Steve Jobs não tem uma formação técnica.
30:00 - O Twitter obrigou todo mundo a ir para o “tempo real”? As empresas se adequeram e incorporaram o Twitter em seus sistemas.
32:00 - As redes sociais ainda fazem sentido? Estar no Facebook é inevitável?
34:30 - Conselhos do Julio aos neófitos: conhecer a parte técnica, ter paciência e persistência, porque é muito fácil e barato entrar e sair da internet. Persista na sua ideia e crie algo com a sua personalidade!

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00:00 - Apresentação: o que mudou com a chegada do mp3 no mercado da música? Artistas e gravadoras subestimaram o formato? O iTunes e o iPod encontraram uma alternativa ao download gratuito?
04:30 - O streaming pode ser o futuro? A música poderá ser ouvida toda online?
06:30 - Quem ainda compra música? Consumir música se tornou algo muito cômodo e indivivualizado.
08:40 - Os shows vão segurar a indústria? Com a escalada das ofertas, isso é sustentável?
10:30 - Houve uma renovação de bandas e artistas nos anos 2000? Por que os dinossauros (Van Halen, Paul MacCartney, U2…) ainda são os que mais atraem público? Com o envelhecimento desses ícones, ficará uma lacuna no futuro? As superbandas (Chickenfoot, Them Crooked Vultures e Black Country Communion) preencheram essa lacuna?
15:00 - No Brasil, as coisas ficaram em nichos, a ponto de o Paralamas tocar no SESC. O depoimento de Guilherme Arantes.
17:00 - O mercado mudou de mão. Antes as majors controlavam tudo, com grandes orçamentos e supervendangens de disco. Hoje o controle está nas mãos do próprio artista, mas o orçamento encolheu e ele ficou refém do seu nicho.
23:40 - Com o fim da indústria, todos acharam que a integridade artística ia voltar, mas os anos 2000 caminharam na direção contrária. Os artistas estão perdidos?
26:00 - Antigamente os discos demoraram um ano para ser lançados, hoje saem em algumas semanas ou dias. Brad Mehldau lançou CD em 2010 depois de quase 1 ano gravando.
27:20 - O histórico de erros da indústria em lidar com a mudança do status quo. Nos anos 90, bateu de frente com a pirataria e perdeu. Nos 2000, bateu de frente com o mp3 e perdeu de novo. E vai continuar perdendo…
33:00 - A música, como arte, pode voltar a ser valorizada como antes? Essa desvalorização e banalização da música hoje vai encontrar seu ponto de saturação?
37:00 - O consumidor de música passou a ser mais respeitado depois que as opções de consumi-la se multiplicaram? A indústria sempre defasada em relação ao consumidor: se levou 10 anos para descobrir a venda online de música e também para lançar CDs em embalagens de luxo, como serão os próximos 10 anos?
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Tungcast#001: O valor da música hoje