Tungcast#037: Dream Theater

foto: dreamtheater.net

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00:00 - Abertura: “As I Am”
02:00 - O começo da banda na faculdade de música em Berklee: fãs de metal num ambiente mais jazzístico.
04:00 - A entrada (e saída) do vocalista Charlie Dominici — que seguia uma linha mais crooner — e o primeiro álbum When Dream And Day Unite.
08:00 - A entrada de James LaBrie, o contrato com a ATCO e os problemas na gravação e produção do segundo álbum, Images and Words — que foi muito bem recebido por público e crítica (ouça trecho de “Learning to Live”)
14:40 - Awake é um álbum mais sombrio e mostra a evolução musical da banda. A saída do tecladista Kevin Moore para a entrada do Derek Sherinian (trecho de “6:00″)
23:30 - No EP A Change of Seasons, a faixa-título é a síntese do som do Dream Theater.
26:30 - A polêmica em torno do álbum Falling Into Infinity: as brigas com a gravadora, o excesso de baladas, a participação de Desmond Child e a má recepção por parte dos fãs (trecho de “New Millennium”, em que o baixista John Myung usa um Chapman Stick)
35:00 - A demissão de Derek Sherinian e a entrada Jordan Rudess, a banda lutando por mais liberdade artística e Portnoy e Petrucci assumindo a produção da banda.
39:00 - Metropolis Pt 2 - Scenes From a Memory se torna sucesso de público e crítica por ser um progressivo mais “clássico” e por trazer conceito e referências, mas é um álbum superestimado.
43:10 - 6 Degrees of Inner Turbulence é o resultado direto de uma banda livre de pressão e mais entrosada com Jordan Rudess. “Misunderstood” é uma música com potencial desperdiçado - a versão editada é melhor. “Blind Faith” é o exemplo da banda focada na canção, sem obrigatoriedades de virtuosismos ou de gravadora (ouça trecho)
49:30 - Em Train Of Thought a banda se propôs a fazer um álbum na linha metal anos 80 com pitadas modernas, mas que ignora o lado progressivo.
50:30 - Octavarium é o disco “sinal amarelo”, onde a banda já começa a se repetir e se perder, mas ainda vale pela faixa-título (ouça trecho)
54:00 - Systematic Chaos e Black Clouds & Silver Linings são símbolos da estafa criativa de uma banda em crise de identidade e que, cada vez mais, se perde em referências como Muse e, pasmem, Evanescence.
58:00 - Recado aos fãs: em vez de ficar manietando a liberdade criativa da banda, deixe-os trabalhar! Fãs xiitas do Dream Theater: envelheçam!
1:00:00 - Ouça o trecho bom de uma música desperdiçada: “A Nightmare to Remember”
1:01:30 - Mike Portnoy: a prima dona do rock. A saída conturbada da banda em 2010. Ele se superestimou? Tentou se fazer de vítima?
1:07:30 - Seria correto dizer que Dream Theater sem Mike Portnoy é o mesmo que Iron Maiden sem Steve Harris? Rafael Fernandes responde.
1:08:50 - O novo baterista: depois de uma seleção entre 7 bateristas (veja documentário), Mike Mangini é o escolhido. Professor da Berklee, tecnicamente é perfeito e já tocou com Extreme e Steve Vai.
1:12:30 - Não é meio óbvio que Mike Portnoy um dia voltará ao Dream Theater?
1:15:40 - Encerramento: “A Change of Seasons”