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00:00 - Apresentação: Se existe mesmo uma ética para o download, cada um tem a sua.
01:30 - Somos todos piratas: se você já viu vídeos no Youtube ou baixou fotos para o seu Power Point, sim, você já fez download ilegal.
02:30 - Por que os “fãs” de música de hoje não compram CDs ou mp3 de suas bandas “favoritas”? O cinismo e a preguiça dos “fãs” que transferem o ônus para o artista.
05:20 - Imagine alguém fazendo download do seu trabalho (qualquer que seja ele). Você vai reclamar, não vai?
07:30 - Os problemas das propostas de cobrar por navegação: quem vai controlar isso? E, no fim, só os grandes vão ganhar.
10:30 - Segundo Chris Anderson (do Free), quanto mais barata fica a tecnologia, mais pulverizado e gratuito fica o mercado.
12:30 - No fim, sempre alguém paga a conta. Quem vai pagar essa? Não haverá receita de sucesso, cada artista vai ter de encontrar seus meios de se financiar.
15:00 - O valor das coisas vem da escassez, quando a oferta é farta, perde-se o valor.
17:00 - O futuro não é a compra da música, mas a compra do serviço: o streaming, o iCloud, eMusic e o exemplo do Ramen Music, que faz uma curadoria a cada 2 meses.
20:00 - Num tempo em que a indústria está falida, como é que a Lady Gaga consegue vender 1 milhão de cópias em 1 semana? Com as vendas a 0,99 dólares, subsidiada pela Amazon.
23:30 - A estratégia para vender gelatina nos EUA: dar de graça um livro de receitas.
29:00 - O download como pesquisa: se o artista/banda for mesmo bom, vale a pena comprar.
31:30 - A maioria das pessoas sempre comprou discos por causa de uma ou duas músicas. Hoje isso acabou. A indústria está levando o troco do consumidor.
35:00 - Encerramento: antigamente o pacote era o disco, hoje o pacote será uma série de serviços dentro de cada nicho, onde as músicas estão incluídas.

Thiago Bianchi, em momento de extrema indignação
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00:00 - Apresentação: artistas chorões são aquele que se acham gênios, que o mercado está errado, que todo mundo é burro.
02:00 - O que define um artista, antes de tudo é o ego. Ele acha que as pessoas devem segui-lo, quando deveria ser o contrário. E muitos já são egomaníacos antes mesmo de terem lançado qualquer coisa no mercado.
05:00 - Comentário do André Midani: ” Os artistas devem tomar a dianteira de seu negócio, para que os burocratas nao o façam.” Artistas adoram ficar na vida boêmia, mas não querem botar a mão na massa. É a preguiça disfarçada de nobreza intelectual.
10:00 - Também tem muita gente trabalhando sem chorar. A Abrafin e o Espaço Cubo produzem vários festivais de música pelo Brasil, como o “Grito Rock” em Cuiabá.
14:00 - Enquanto o pessoal do metal chora, os indies fazem. O exemplo do Primavera Sound em Barcelona e do site colaborativo Queremos.
17:30 - A choradeira de roqueiros brazucas, como Edu Ardanuy (Dr. Sin) e Thiago Bianchi (Shaman), sem levar em conta que o metal é um estilo datado e restrito ao seu nicho. De onde eles tiraram que o mercado ou o público brasileiro deve algo a eles? De onde eles tiraram que eles estão nos representando em algo?
26:30 - A resposta de Marcelo Moreira no blog Combate Rock. É errado achar que o mercado de metal será equivalente ao americano ou europeu. O público não só de metal, mas o de música em geral, ficou muito cínico em relação aos downloads.
29:30 - A grande pergunta é: por que o público prefere gastar 50 reais numa balada e nao quer pagar pelo show ou CD de sua banda favorita? O exemplo do guitarrista curitibano Sergio Buss.
31:00 - A proposta de Thiago Bianchi em oficializar a data de 13/11 como dia do metal brasileiro (informações no site Metal Prol Brasil)
32:00 - Encerramento: “Breaking the Law”, Judas Priest