Tungcast#020: Ronnie James Dio

dioIlustração: Quinho (originalmente publicada no jornal Aqui, de Belo Horizonte)

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00:00 - Abertura: “Man on the Silver Mountain”
02:10 - Ele deixa de ser um ícone para se tornar uma lenda do metal? A influência do Dio em forjar o estilo do heavy metal e moldá-lo conceitualmente.
05:30 - Dio ficou preso ao personagem que criou para si? Apesar de todos os clichês do gênero, ele foi honesto em toda a sua carreira.
08:20 - Segundo o próprio Dio, Rainbow Rising, Heaven and Hell e Holy Diver são suas obras mais importantes. A música “Holy Diver” foi copiada à exaustão nos anos 80? (trecho)
12:00 - “Neon Knights” é o hino dos headbangers, grande influência tanto para o metal quanto para o hard rock (trecho)
14:00 - Dio entrou num momento crucial para o Black Sabbath e criou sua marca na banda, cantando sobre a dualidade do homem (trecho de “Heaven and Hell”)
17:00 - A repercussão no Brasil: a Rede TV noticiou a morte do Dio com imagens do Ozzy.
18:00 - O polêmico post no blog do André Forastieri: o risco calculado, o péssimo timing, a incoerência e o massacre dos fãs.
24:00 - As brigas do Dio com guitarristas: Ritchie Blackmore (por divergências musicais), Tony Iommi (pela mixagem do disco Live Evil — e pelo controverso show de abertura para o Ozzy) e Vivian Campbell (pelo rancor).
31:30 - The Last in Line é um disco tão bom quanto o Holy Diver? (trecho da faixa-título)
35:00 - O  fatídico vídeo onde Dio responde com raiva à anos de rancor do Vivian Campbell.
37:30 - O legado: a humildade, o respeito aos fãs e a comoção geral, com vários artistas e bandas tocando covers do Dio e revenciando o pequeno grande deus do metal.
40:20 - Encerramento com a mensagem final do Dio: “Long Live Rock’n'Roll”

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Tungcast#003: Michael Jackson

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00:00 - Apresentação (”Thriller”)
01:30 - Michael Jackson é mesmo o “Rei do Pop”? Explicando a origem do termo.
03:30 - As influências que ele pegou, de James Brown a Sammy Davis Jr., e trouxe para o grande público.
05:00 - A indústria a serviço do rei do pop. O aparato midiático, a MTV e o videoclipe do “Thriller”.
06:00 - As 6 razões pelas quais o fenômeno MJ não se repetirá: 1) É impossível criar algo novo (o depoimento de Roger Daltrey); 2) A música perdeu a sua importância; 3) Hoje os artistas atiram para todos os lados: cinema, TV, propaganda (MJ no comercial da Pepsi); 4) O mainstream foi banalizado e perdeu o impacto; 5) A internet mudou a maneira de divulgar a música; 6) A música nos últimos 15 anos não produziu nada impactante.
11:20 - O disco morre como indústria (junto com MJ), mas sobrevive como nicho.
12:20 - A morte de MJ trouxe a revisão de sua carreira. Em 3 dias ele vendeu mais do que nos últimos 11 anos.
14:00 - Por que as novas gerações estranharam tanto alvoroço em torno da morte de MJ? MJ foi, para nossa geração, o que o Beatles foi para as gerações anteriores.
16:00 - A influência de Joe Jackson em sua carreira — para o bem e para o mal.
18:00 - Michael Jackson, o Benjamin Button do pop: maduro quando criança, infantil quando adulto.
19:10 - A importância de Quincy Jones em sua carreira. Do R&B, soul e funk de Off the Wall ao flerte com o rock e com os Beatles em Thriller.
20:30 - A indicação de Steve Lukather para Eddie Van Halen tocar o solo de “Beat It”.
24:10 - A voz do Vincent Price em “Thriller” foi uma grande sacada.
25:30 - Como o ápice de Thriller afetou a carreira de MJ. Os problemas na produção de Bad, que durou 3 anos para ser gravado.
28:30 - As contradições de MJ em “Black or White”. Dangerous foi o último respiro criativo no processo de autodestruição de sua carreira.
30:30 - Grande músicas de MJ. Em Thriller (”P.Y.T.”, “Babe Be Mine”, “Wanna Be Startin Something”) e Bad (”Man in the Mirror” e “Smooth Criminal”).
34:30 - O pop não precisa ser medíocre ou pretencioso, como de costume. MJ soube dosar vários elementos, como em “Black or White”.
36:00 - As distrações do pop, fora da música: Neverland, as crianças, os bichos, a preocupação estética excessiva.
38:00 - Encerramento: “Beat It”.

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- Especial Michael Jackson no Digestivo Cultural