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00:00 - Apresentação: As músicas que marcaram o ano de 2011 e seus respectivos álbuns
“Last Temptation” - banda: Chickenfoot - álbum: Chickenfoot III
(leia entrevista com Joe Satriani no Caderno 2)
“New Eden” - banda: Animals as Leaders - álbum: Weightless
“The Hunter” - banda: Mastodon - álbum: The Hunter
“Reaching Home” - banda: Textures - álbum: Dualism
“Superlove” - artista: Lenny Kravitz - álbum: Black and White America
“You Haven’t Done Nothing” - banda: Eleven - álbum: This Little Finger
“Don’t Play a Game that I Can’t Win” - banda: Beastie Boys - álbum: Hot Sauce Comittee Part Two
“The Deeper Cut” - banda: Pain of Salvation - álbum: Road Salt Two
“Bloom” - banda: Radiohead - álbum: King of Limbs
Ouça também
Radio Tungcast 2009
Radio Tungcast 2010 (ao vivo)

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00:00 - Introdução: “Look Around”, nova do Red Hot Chili Peppers.
02:00 - Existe música boa, mas é preciso garimpar para achá-la. O mercado está muito óbvio e engessado? Falta inovação? Haverá uma reação a isso?
05:00 - O Rock in Rio representa o evento de massa, focado no entretenimento e esbarrou, mais uma vez, na precariedade da infraestrutura (ouça o Tungcast sobre o assunto).
08:00 - Os velhos problemas de cast no Rock in Rio, com Lenny Kravitz na mesma noite da Ivete Sangalo e o “viral” ao contrário do vídeo “Vou sem drogas”.
10:00 - Pelo fim de atrações como Claudia Leitte, Ivete Sangalo, axéxelentos e sertanojos universiotários em festivais de rock. Chega de ser politicamente correto.
11:30 - Já o SWU perdeu um pouco a identidade. Qual a conexão entre a bandeira verde e o Black Eyed Peas? Lynyrd Skynyrd foi uma boa sacada e Alice in Chains foi destaque (em breve teremos o Tungcast AIC).
13:40 - Duran Duran fez um show competente e é deles o melhor clipe do ano, mas foi o Faith no More, que já tinha passado por aqui em 2009, quem acabou com a letargia.
15:30 - O conceito verde é pra valer ou fica só pra inglês ver? A infraestrutura de Paulínia era boa e melhorou muito em relação a 2010 e até outros festivais.
19:30 - Outro grande problema dos festivais é a vergonhosa cobertura televisiva, que privilegia só o oba-oba e as entrevistas com “celebridades” no camarote “vip”. O Sonic Youth faria o último show de sua carreira e ninguém foi lá questioná-los sobre isso.
23:00 - Outros shows: Slash, Mr Big, U2, Aerosmith, Ozzy, Iron Maiden, Eric Clapton, Pearl Jam e Deep Purple (breve, aqui no Tungcast!).
25:30 - A morte da Amy Winehouse e a cobertura preguiçosa da imprensa, que a colocou no “clube dos 27″ e deu o trabalho por encerrado.
27:30 - A morte de Steve Jobs, que soube atrelar 2 conceitos que mudaram a indústria da música: o iPod e o iTunes.
30:00 - A revolta dos “chorões da música” (vejam o Tungcast chorões).
32:30 - O fim do White Stripes (o Teletubbies do rock) foi um alento para os fãs de música e o disco do Metallica com Lou Reed foi a vergonha alheia do ano.
35:00 - O fim do REM, a chegada do Superheavy, a volta do Strokes (que supostamente “salvou” o rock) e o novo (e fraco) disco do Radiohead.
40:00 - Encerramento: “Dark Matter”, do novo disco da Björk, Biophilia.

Grandes artistas da MPB, no traço e nas cores de Baptistão
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00:00 - Apresentando nosso convidado especial: Eduardo Baptistão, ilustrador/caricaturista do Estadão e grande estudioso da MPB.
03:00 - Geek assumido, Baptistão deu seus primeiros passos ouvindo a Rádio Cidade e Eldorado e dedilhou seus primeiros acordes no colegial, descobrindo Caetano e Gil. Hoje conta com uma coleção de mais de 3 mil CDs.
06:00 - O que significa MPB, afinal? Ela abrange toda a música feita aqui ou se restringe àquela coisa intelecualizada?
09:00 - A música brasileira é a mais rica do mundo? Por que tantos artistas nacionais são tão reconhecidos lá fora e aqui não recebem a mesma atenção? Os exemplo de Ivan Lins, Chico Pinheiro e Joyce Moreno.
11:00 - O comercialismo e a falta de sinceridade de alguns artistas brasileiros, que fazem o jogo da indústria para se colocar no mercado. O exemplo da Roberta Sá no reality show “Fama”.
12:30 - Artistas um pouco mais sofisticados ficam estigmatizados como “difíceis” aqui no Brasil? A efervescência, os festivais e a própria ditadura fez com que a geração da década de 60 fosse a melhor de nossa história?
15:30 - Por que não houve renovação da geração 60? Os astros daquela época foram substituídos pelo BRock dos anos 80 e pelos pagodes, sertanejos e axés da vida? A indústria impôs uma popularização (no mau sentido) da música? Artistas talentosos ficaram no meio do caminho? O exemplo do projeto “Puta que pariu, você que não ouviu”, que trazia Guinga, Celso Viáfora, Vicente Barreto, Sérgio Santos e Jean E Paulo Garfunkel, entre outros.
22:00 - As capitanias hereditárias da MPB: por que todo artista novo precisa gravar um sucesso do Caetano, Gil ou Chico para se lançar no mercado? Os figurões da MPB viraram uma muleta para os novos ou foi a única saída que a indústria encontrou?
25:00 - Existe o Caetano pré e pós Paula Lavigne? Os prós e os contras dessa tranformação. Por que o Caetano se tornou onipresente na cultura nacional?
28:30 - Por que as pessoas atacam o Chico apenas por suas posições políticas e esquecem a música?
32:30 - O que mudou entre o “popular” dos anos 60 e o de hoje? O nível cultural da população interferiu?
34:00 - Por que Roberto Carlos, mesmo depois de 40 anos fazendo a mesma coisa, ainda é o “rei”? A “majestade” se acomodou em fazer música para caminhoneiro? O Erasmo envelheceu melhor?
40:00 - A história trágica de Wilson Simonal, contada no livro Nem vem que não tem, do jornalista Ricardo Alexandre. Embora o livro mostre que ele não era delator da ditadura, ele fez o uso do aparato policial para resolver uma rixa pessoal e não escondeu sua amizade com generais do regime (ouça trecho do “Tributo a Martin Luther King”)
49:00 - No extremo oposto, está o livro Vale Tudo - O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta. Sempre às raias da loucura, era um artista nato: a voz, o swing, o ritmo e a musicalidade (ouça trecho de “A Bela e a Fera”)
57:00 - Quais são os rumos da MPB? Há muito artistas para pouco espaço no mercado? A integridade artística versus a concessão.
01:00:00 - “A Rádio Cultura AM ainda consegue manter uma boa programação de MPB”
01:02:20 - Sérgio Sampaio, morto em 1994, se tornou um “artista maldito” por não fazer concessões em sua carreira. Zeca Baleiro fez o trabalho de resgate e lançou seu disco póstumo. Encerramento com “Pobre Meu Pai”

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00:00 - Apresentando nosso convidado especial: Bruno do Amaral, do blog Tecnologiação.
02:00 - As publicações aqui no Brasil já enfrentavam problemas, com má distribuição, revistas mal editadas, sem público fiel. E a internet acabou sendo a pá de cal.
06:00 - “Por mais que se profissionalizem, as revistas sempre estarão atrasadas.”
07:00 - As revistas de guitarra focarem mais em equipamentos e lições para os guitarristas é uma boa estratégia?
08:00 - Ao tratar dos nichos específicos, os blogs especializados e fóruns cobrem melhor os assuntos do que o sites e revistas generalistas?
10:30 - Efeito bola de neve: sites como Blabbermouth e Whiplash acabam sendo pautados pelas fofocas da blogosfera e dos fóruns?
11:30 - O pior dos cenários: os fãs têm todas as informações, mas não têm senso crítico para escrever e os portais só querem multiplicar cliques com fofocas “bombásticas”.
13:00 - Falta uma separação entre o que é notícia e o que é boato nos grandes sites? A hierarquia e o trabalho de edição acabam se tornando cruciais.
14:00 - A Guitar Player ampliou o espaço para os equipamentos e lições de guitarra e as pautas começaram a se repetir (Steve Vai, Steve Morse…)
17:00 - Há público para as grandes matérias ou o negócio é só a fofoca mesmo? Há espaço (e leitores) para um Huffigton Post da música?
18:30 - A Rolling Stone brasileira trabalha com leis de incentivo e uma das condições impostas à revista era que todo o conteúdo fosse liberado no site — o que não acontece, na prática (para muitos, o problema maior é colocar o NX Zero pelado na capa).
20:30 - O jabá disfarçado de “serviço especiais”: viagens com tudo pago, almoços chiques, passeios de barco… Isso influencia no texto?
24:30 - Alguns artistas e bandas (como Gun N’ Roses) pagam a blogueiros para montar bunkers e barrar críticas e notícias negativas.
25:30 - Sobre os artistas que tentam “socializar” com o jornalista…
26:30 - Os bastidores da polêmica pré-audição do disco Chinese Democracy: fechada a alguns poucos jornalistas, a estratégia acabou se tornando um desastre.
28:00 - Quando o White Stripes voltar, é só fazer a mesma pré-audição com Lúcio Ribeiro, Thiago Ney e toda a turma do hype.
29:30 - A polêmica do jabá “Maria Rita/Veja”.
34:00 - A cobertura musical ainda segue muito os hypes idiotas da NME? Ficou mais pessoal e menos musical? Quando a Madonna veio ao Brasil, só se falou do “affair” dela com o tal Jesus Luz…
42:00 - Jornalistas brasileiros sabem cobrir os artistas do mercado interno? Ou é só o popularesco e as cantoras MPB que vão na onda do Caetano.
45:30 - Qual o futuro da cobertura musical? Agora é só seguir o Twitter dos artistas e ouvir o que tá pegando na LastFM? Continuaremos reféns do hype e do “modelo Forastieri de jornalismo”? Faltam artistas mais no estilo desbocado do Lobão?

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00:00 - Apresentação (estreando nova vinheta): Tungcast, 2 anos no ar (quem diria!)
02:00 - A ideia de fazer o podcast surgiu durante os encontros do Digestivo Cultural e da necessidade de debater música em nível geek.
05:20 - Escolas do rock: nossa formação é a mesma, na virada dos anos 80 para os 90, mas com visões e gostos diferentes (veja os discos seminais do Diogo e os discos que mudaram o Rafael).
10:00 - A divisão de tarefas no início: Rafael cuidava mais da parte de edição sonora e da parte técnica do site, enquanto Diogo cuidava da área artística, desenvolvendo o logo (estreando novo logo hoje!), criando — e, algumas vezes, ilustrando — os posts.
13:30 - Tungcast, modo de fazer: 1) discussão, organização e redação das pautas; 2) agendamento e gravações em estúdio; 3) edição, mixagem e ajustes no áudio; 4) criação e agendamento do post no site, transcrição dos tópicos e inserção de links.
22:00 - Gravar para o Tungcast tem vários significados: é uma espécie de terapia, serve como fuga do marasmo do dia-a-dia, é uma oportunidade de pesquisa, de aprendizado e, principalmente, de gerar debates.
25:00 - Influências insanas: Diogo indica Mandrill, uma banda black/funk dos anos 70 (ouça “Hang Loose“). Rafael indica “Journey”, do Nitin Sawhney, um músico inglês com ascendência indiana que faz um pop adulto.
32:20 - O segredo de fazer um podcast é que não tem segredo. Escolha um assunto que você gosta muito, encare como algo divertido, mas leve o trabalho a sério. Estabeleça isso como uma de suas prioridades e tenha em mente que a audiência vem com a longevidade.
37:00 - Bastidores e curiosidades: momento Beavis and Butthead; imitando Silvio Santos e Claudio Carsughi; erros de gravação; ataque de riso do Rafael; uma pomba invadindo as gravações e telefonemas inconvenientes.
47:00 - Aprendendo com os erros do passado e olhando para o futuro.
50:00 - Furo jornalístico do Tungcast: Rafael fala de seu novo projeto musical, só de guitarras climáticas, numa espécie de trilha sonora de um filme imaginário.
53:00 - Encerramento: “Anoitece 1″, de Rafael Fernandes

Imagem meramente ilustrativa, sem qualquer conexão com fatos verídicos
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00:00 - Introdução: “Do It Again”, do Steely Dan, a banda mais geek do mundo.
01:10 - Pergunta do dia: você é um geek musical?
02:00 - O que é um geek? O geek é um “técnico, doutor, autodidata, apaixonado pelo que faz e pelo que entende”. A família estranha sua obsessão pela música? Cuidado, você pode ser um geek.
04:00 - “Entre ir a uma festa ou comprar um CD, eu escolhia o CD.” “O geek musical tem grandes chances de se tornar um crítico.”
06:30 - Coisas que definem um geek musical: se você sabe o nome e ano de todas os discos de uma banda; se você conhece gêneros, subgêneros e influências musicais; se você sabe o nome do produtor do disco e lê a ficha técnica do CD; se você conhece e avalia timbres e solos; ficar fazendo top 5 de tudo; fazer air guitar, air drums…
13:00 - Geek gosta de usar camisas de suas bandas favoritas e odeia ouvir covers que fazem de “suas” bandas.
16:00 - Geeks que explicam o mundo através de suas bandas favoritas, mantêm blogs sobre elas, moderam fóruns na internet e vão a shows de bandas cover/tributo (e reparam se eles tocam as músicas igual ao original). “A internet é o paraíso dos geeks e potencializou suas vozes.”
20:30 - Momento musical geek: trecho de “Monday 7 a.am.”, da banda TNT (Todas Na Trave), que conta com Faíska na guitarra.
24:00 - Geeks old school: aqueles que gravavam fitas com a sua seleção de melhores (hoje montam playlists)
26:30 - O paradoxo do geek musical: é um saudosista, mas nunca pára de procurar coisas novas na música. “O geek se define entre os 20 e os 25 anos, pois uns páram e viram apenas saudosistas, outros seguem”
31:00 - Comprar (e guardar) CDs em tempos de mp3 é coisa de geek? E comprar mp3 online? “Ouvi o Chinese Democracy antes de ser lançado, comprei 3 CDs e depois o vinil.” Trecho de “Better” tirado do Guitar Hero, sem as guitarras.
38:00 - O streaming é a melhor opção para pesquisa de músicas? A música online trouxe o ouvinte mais generalista para a audição? Gente que faz tudo com fone de ouvido: falar com as pessoas, andar na rua…
45:00 - A separação entre o fã xiita e o geek: um é simplista e está lá só para tumultuar e xingar, o outro é bem preparado e está lá para analisar e debater.
49:00 - Bandas geeks: todas as progressivas, Dream Theater, Pink Floyd, Rush, bandas que estão na música pela música, não pelo business (e que atraem fãs geeks).
52:00 - Encerramento geek: “Home At Last” (obrigado, Steely Dan!)

Palco do SWU (outubro 2010)
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1) “Sad But True” - Metallica (janeiro)
2) “This I Love” - Guns ‘n’ Roses (março)
3) “Do You Feel Like We Do” - Peter Frampton (setembro)
4) “Live and Let Die” - Paul McCartney (novembro)
5) “A Crow Left of the Murder” - Incubus (outubro)
6) “Testify” - Rage Against the Machine (outubro)
7) “Witch Hunt” - Rush (outubro)
8 ) “A Day in the Life” - Jeff Beck - (novembro)
9) “Let It Rock” - Bon Jovi (outubro)
10) “The Dark Eternal Night” - Dream Theater (março)
Ouça também
Melhores músicas de 2009 no Tungcast#012: Rádio Tungcast 2009

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Diogo Salles
Red Hot Chili Peppers: By the Way (By the Way - 2002)
Deep Purple: Walk On (Bananas - 2003)
Eric Clapton: Lost And Found (Back Home - 2005)
Whitesnake: Call On Me (Good To Be Bad - 2008)
AC/DC: Rock ‘n’ Roll Dream (Black Ice - 2008)
Rafael Fernandes
System of a Down: Toxicity (Toxicity - 2001)
Queens of the Stone Age: No One Knows (Songs For the Deaf - 2002)
Dillinger Escape Plan + Mike Patton: When Good Dogs Do Bad Things (Irony is a Dead Scene - 2002)
Muse: Apocalypse Please (Absolution - 2003)
Guns N’ Roses: Better (Chinese Democracy - 2008)
Ouça também
Melhores músicas de 2009 no Tungcast#012: Rádio Tungcast 2009
Retrospecto de 2009 na música no Tungcast#013: Retrospectiva 2009

Invasão no palco - Iggy Pop / Planeta Terra Festival 07/11/2009
Ouça Online:
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00:00 - Abertura: o Brasil entrou no circuito internacional de shows, mas a infraestrutura não acompanhou esse avanço, deixando uma enorme lacuna.
02:00 - As casas de shows ficaram na mão dos bancos? O Credicard Hall é preparado apenas para shows com mesa? A necessidade de trazer todos os tipos de shows para se manter.
05:00 - A melhor acústica das casas de shows paulistanas é do Via Funchal.
07:00 - Nossas arenas foram construídas apenas pensando nos jogos de futebol. Nossos espaços para shows são sempre adaptados, caso da Arena Skol, que é no estacionamento do Anhembi.
11:00 - Nossa cultura do continuísmo e do improviso. Shows caríssimos com infraestruturas ridículas continuam lotando e trazendo grande lucro para os produtores.
12:30 - A Chácara do Jóquei era um haras: antes era um estábulo para cavalos, hoje é um estábulo para fãs de rock.
14:00 - Os grandes shows só são viáveis no Brasil com estádios lotados?
14:30 - A polêmica da meia-entrada: as falsificações das carteirinhas pelos não-estudantes e o efeito cascata, com o aumento do preço final dos ingressos.
16:00 - A meia-entrada é justa para os que fazem pós-graduação? Restringir a carteirinha de estudante para até 23 anos é uma solução? A falta de regulamentação e de política pública para o setor.
20:00 - A precariedade dos sistemas de som no Brasil, que não conseguem produzir uma boa propagação de som nos shows. O Rush penou para lançar o seu Rush in Rio. Roger Waters, ACDC e Nine Inch Nails preferiram trazer seus próprios equipamentos de som para conseguir uma boa acústica.
28:00 - Sobre os cambistas e o novo “cambismo virtual”. Uma matéria do Jornal da Tarde cita 3 sites que vendem ingressos online com ágio: Anderson Tickets, Brasil Ingressos e Ingresso Já. O ingresso do ACDC saltou de R$ 300 para R$ 550.
29:30 - Tucanaram o cambismo: o ágio virou “taxa de conveniência”. Não há regulamentação clara para o limite de valor nessa taxa de INconveniência. Ticketmaster e Ingresso Rápido cobram 15% sobre o valor do ingresso.
33:20 - O show do U2, que estava previsto para novembro de 2010 (mas foi cancelado), já estava à venda nos sites piratas desde novembro de 2009.
34:30 - Carlos Eduardo, da Brasil Ingressos: “as taxas de conveniência inflacionam de acordo com o porte do evento”. O delegado Antônio Carlos Barbosa diz que só não pediu ainda a abertura de um inquérito sobre o caso por falta de denúncias. “A pessoa tem de vir aqui e denunciar, mas ela não faz isso porque não acredita que a prática configure um crime. Para agirmos, tem de haver uma vítima”.
36:00 - “Estava morrendo com um ingresso e o vendi para um cambista. O dinheiro que ele me deu era falso”.
38:00 - Encerramento: deixe seu comentário, sua crítica e sua reclamação aqui no Tungcast e, para denunciar, ligue na Delegacia de Crimes Contra o Consumidor: 3337-0155.

Ouça Online:
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00:00 - Apresentação: uma pauta revolucionária — que ninguém fez até hoje
01:30 - A la Alborghetti: se gostou, gostou — se não gostou… vá a MERDA!
02:00 - Fatos que marcaram o ano: a morte de Michael Jackson e o levante das “superbandas”, como Chickenfoot e Them Crooked Vultures.
03:00 - O Them Crooked Vultures gerou falsas expectativas? É um disco difícil de ouvir? John Paul Jones foi o destaque da banda? O riff de “Elephants” foi desperdiçado? (trecho)
07:20 - A decepção de Black Clouds & Silver Linings, do Dream Theater: a repetição dos velhos clichês gerou a aclamação dos fãs e da crítica?
10:30 - Shows de 2009: Faith No More, Radiohead (grande espetáculo, mas com os exageros dos fãs e da crítica), AC/DC, Heaven and Hell (trecho de “Voodoo”) e Glenn Hughes.
17:00 - O Nine Inch Nails fez uma turnê de despedida, emendando The Slip, com Jane’s Addiction disponibilizando câmeras para os fãs gravarem e editarem os shows (trecho de “Mr. Self Destruct”)
19:50 - Álbuns de 2009: Living Colour, The Mars Volta, Animals as Leaders (trecho de “Tempting time”), Alice in Chains, Pearl Jam (trecho de “Amongst the Waves”), Pain of Salvation (trecho de “If You Wait”).
28:00 - Destaque negativo: Kiss, com Sonic Boom (trecho de “Modern Day Delilah”)
32:40 - Destaques solo: Sting com uma proposta anticomercial de If On a Winter’s Night (trecho de “Christmas At Sea”), Devin Townsend Project (trechos de “Gato”, “Hyperdrive” e “Supercrush!”)
41:30 - Encerramento: Ben Harper, com “Number With No Name”
Links relacionados:
Rafael Fernandes: “2009 e os meus álbuns”
Diogo Salles: “2009: enfim, um ano musical“